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O guarda-redes da equipa blaugrana abordou o duelo desta quarta-feira e, sobretudo, outros temas pouco relacionados com esse encontro. Um deles, o seu tenso regresso ao relvado do Espanhol, onde se deu a conhecer ao mundo do futebol com exibições como a de sábado; e outro, a chamada que ainda não chegou por parte da La Roja.
Estado anímico: "Estamos muito motivados, é o primeiro troféu que podemos conquistar esta época e, no meu caso, o primeiro neste clube. Queremos alcançá-lo".
Regresso a território periquito: "Sabia que ia ser um ambiente especial. Fizemos uma boa exibição e conquistámos os três pontos. Agora estamos focados na Supertaça".

Jogo frente ao Athletic: "Esperamos um adversário muito intenso e temos bem presente o que vão querer fazer".
Presença no Mundial: "Não o colocaria como um objetivo. Penso em continuar a evoluir no Barça. Naturalmente, todos gostam de representar a seleção. Se no futuro acontecer, ficarei muito feliz e orgulhoso".
A saúde mental é "uma parte importantíssima"
Crescimento: "Continuo a ser muito jovem e tenho muito espaço para evoluir. Tento dar sempre o meu melhor. Já são várias balizas invioladas consecutivas".
Convivência entre os guarda-redes: "É muito boa. Eles estão há muitos anos ao mais alto nível e procuro ouvi-los, além de analisar a forma como treinam. O ambiente é excelente e há muita competitividade".
Saúde mental: "Hoje em dia é uma parte importantíssima. Trabalho esse aspeto visualizando um pouco ao longo da semana o que vou encontrar no dia do jogo, assim fico preparado. Cada pessoa é diferente. Nunca senti necessidade desse apoio, mas noutras fases da minha carreira já o utilizei".
Primeira vez na Arábia Saudita: "A receção foi muito boa e nota-se que há vontade de nos ver competir aqui. Todo o jogador gosta de ver as bancadas cheias e nunca tinha vivido este ambiente aqui".
