Mbappé e Raphinha, as armas letais de um Barcelona-Real Madrid que promete muitos golos

Mbappé e Raphinha, as armas letais de Real Madrid e Barcelona
Mbappé e Raphinha, as armas letais de Real Madrid e BarcelonaRFEF

A final da Supertaça deste domingo, 11 de janeiro, promete grandes emoções e muitos golos. Desde a chegada de Hansi Flick ao comando técnico dos blaugrana, já se disputaram cinco Clássicos. E a média de golos é impressionante: 5,2 por encontro.

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Neste autêntico festival ofensivo que costumam proporcionar os Barça-Madrid ou Madrid-Barça, há dois jogadores que se destacam especialmente pelos seus números.

Um deles é Mbappé (26), que já marcou seis golos nestes duelos. Daí a enorme importância da presença, ou não, do francês no relvado do Estádio Rei Abdullah, em Jeddah. A dependência em termos de golos é tal que basta recordar que apenas outros três colegas -Rodrygo, TchouaméniBellingham- conseguiram marcar neste pouco mais de uma época e meia analisada.

Foi especialmente doloroso para Kylian o hat-trick que assinou a 11 de maio passado, logo após perder a Taça do Rei e num jogo que acabou por ser decisivo para o desfecho da Liga, já que o Barça acabou por vencer por 4-3. Melhor recordação ficou ao francês com o seu último golo num Clássico, que os comandados de Xabi Alonso venceram por 2-1, a 26 de outubro passado.

Raphinha, a ameaça culé

Raphinha (29) também não fica muito atrás. O brasileiro marcou cinco golos nestes confrontos na época 2024/25. Só não conseguiu marcar na final da Taça do Rei. E também não pôde fazê-lo, por estar lesionado, no último jogo no Santiago Bernabéu. Assim, apresenta igualmente uma média superior a um golo por jogo, com cinco em quatro partidas.

A vantagem para o capitão blaugrana é que, ao contrário de Mbappé, contou com o apoio dos seus colegas para alcançar as vitórias. Lewandowski e Lamine Yamal já conseguiram bater por três vezes a baliza merengue. E também festejaram um golo cada um os Ferran Torres, Koundé, Pedri, Balde, Fermín e Eric García.

A forma de Raphinha, como ficou patente na meia-final frente ao Athletic Bilbao, aliada a estes registos goleadores, representa uma ameaça clara para Courtois, tal como Mbappé será para Joan García.