As Matildas só ergueram o troféu uma vez nas 20 edições da competição — em 2010.
Foram vice-campeãs em 2014 e 2018 e estão determinadas a voltar ao pódio das vencedoras, agora como anfitriãs do torneio, que decorre de 1 a 21 de março.
"O meu objetivo, na forma como encaro o jogo, é sempre praticar um futebol que entusiasme, um futebol que seja proativo", afirmou Montemurro, que já orientou o Arsenal, a Juventus e o Lyon.
"E uma das coisas que considero fundamentais é que joguemos um futebol que seja uma verdadeira montra... vão sentir-se entretidos", acrescentou.
A equipa é liderada pela estrela do Chelsea, Sam Kerr, que vai capitanear a seleção no seu quinto Campeonato Asiático.
Outras referências como Catley, Ellie Carpenter, Alanna Kennedy, Caitlin Foord, Hayley Raso, Katrina Gorry, Mackenzie Arnold, Kyra Cooney-Cross e Emily van Egmond dão solidez ao grupo.
Fowler, do Manchester City, regressa à convocatória das Matildas pela primeira vez desde abril do ano passado, apesar de ter apenas 15 minutos de utilização desde que foi submetida a uma reconstrução do joelho.
Montemurro também chamou oito jogadoras que vão disputar o seu primeiro Campeonato Asiático, incluindo a defesa do Tottenham, Clare Hunt, e a avançada do Newcastle, Kaitlyn Torpey.
Todas, exceto duas das 26 jogadoras, atuam no estrangeiro, incluindo 13 em clubes ingleses.
"Um torneio desta natureza — e já vimos muitos torneios, seja o Mundial masculino, seja o Mundial feminino — traz sempre muitas surpresas", afirmou Montemurro.
"Não se trata de uma Liga, em que se pode planear e rodar a equipa conforme necessário. É mesmo fundamental estarmos preparados para mudanças rápidas. Mas o mais importante para mim foi garantir que conseguimos responder a todos os cenários. Portanto, se for preciso alterar o sistema, se for necessário mudar a estrutura, conseguimos fazê-lo rapidamente", explicou o selecionador.
A Austrália estreia-se no torneio frente às Filipinas, em Perth, a 1 de março.
O grupo conta ainda com o Irão e a Coreia do Sul.
