Reveja aqui as principais incidências da partida

Atual detentor do troféu, o Newcastle via-se novamente nas meias-finais da Taça da Liga Inglesa, e mais uma vez com uma tarefa complicada. Se na época passada eliminou o Arsenal, esta temporada tinha pela frente o Manchester City, o segundo clube mais titulado nesta competição.
Depois de ter precisado dos penáltis para eliminar o Bournemouth da Taça de Inglaterra no fim-de-semana, o Newcastle apareceu mais revigorado e esteve próximo de inaugurar o marcador logo aos cinco minutos, mas Wissa atirou por cima quando apareceu na cara de James Trafford. Na resposta, o Manchester City ficou perto do golo, mas Haaland chegou atrasado a um cruzamento.
Foi o melhor de uma primeira parte que não teve grandes oportunidades de golo e ainda deu uma dor de cabeça a Eddie Howe que viu Jacob Murphy sair lesionado antes do regresso aos balneários, com Harvey Barnes a entrar.
O segundo tempo começou melhor e os primeiros minutos fizeram os adeptos levantar imediatamente da cadeira. Wissa obrigou James Trafford a uma grande defesa antes de Bruno Guimarães acertar no poste. Infelicidade do Newcastle, que pior ficou minutos depois quando Doku cruzou da esquerda, Bernardo Silva tocou e Antoine Semenyo (53’) finalizou. Dois golos em dois jogos desde que assinou pelo Manchester City.
O antigo jogador do Bournemouth parecia mesmo destinado a ter um jogo de sonho, quando bisou aos 62’, na sequência de um canto. Contudo, o VAR descobriu um fora de jogo milimétrico de Erling Haaland e Chris Kavanagh anulou o tento.
Até final, o Newcastle tentou carregar em busca do empate, mas não conseguiu encontrar as redes de James Trafford e vai visitar o Etihad em desvantagem no próximo dia 4 de fevereiro. Já o Manchester City parte na pole position para regressar a uma final da Taça da Liga Inglesa pela primeira vez desde 2021, quando ganhou o troféu, com Cherki (90+9') a dilatar a vantagem praticamente na última jogada da partida, após passe de Ait-Nouri.

