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Marrocos tem sido alvo de críticas pelo seu desempenho, apesar de ter garantido o apuramento para os últimos oito de forma tranquila, terminando no topo do grupo com sete pontos em nove possíveis e vencendo Tanzânia por 1-0 nos oitavos de final, no fim de semana.
Regragui já alertou os adeptos de que Marrocos, líder do ranking, deve encarar os seus jogos com “humildade”, mas as exibições da equipa têm sido amplamente analisadas por serem demasiado cautelosas.
Na conferência de imprensa antes do jogo, Regragui afirmou que a equipa mantém a confiança, apesar de sentir a pressão.
"Continuamos a pensar da mesma forma e confiamos no que estamos a fazer", disse aos jornalistas.
"Os jogadores sentem-no e sabemos que temos de corresponder. O mais importante é que os adeptos continuem a apoiar-nos. Temos a humildade de acreditar que podemos vencer esta Taça das Nações", declarou.
"É uma competição que exige manter os pés assentes na terra, mesmo que as pessoas não queiram perceber isso. Mas quando se olha para os resultados e para todas as equipas fortes que avançaram, percebe-se bem o que está pela frente", explicou o treinador.
Na última vez que Marrocos organizou a Taça das Nações, em 1988, Camarões eliminou a equipa da casa nas meias-finais, e os dois países têm uma longa história de duelos intensos.
"Este vai ser um confronto que vai ecoar por todo o continente. Os Camarões dispensam apresentações. Sabemos que vai ser novamente muito difícil”, previu Regragui.
Marrocos ainda não sabe se o médio defensivo Sofyan Amrabat vai recuperar a tempo da lesão, depois de ter falhado os dois últimos jogos, mas o avançado Hamza Igamane está disponível, após ter estado ausente nas duas primeiras semanas do torneio devido a lesão, revelou o treinador.
