“O gabinete federal decidiu pôr termo, de comum acordo, à relação contratual com todo o staff técnico da seleção nacional A”, anunciou o organismo, na sua página do Facebook.
A Tunísia ficou em vantagem numérica a partir dos 26 minutos, por expulsão do defesa Woyo Coulibaly, e, aos 88, adiantou-se no marcador por Firas Chaouat, porém, quando a eliminatória parecia sentenciada, aos 90+2, Yassine Meriah abriu os braços na área e ofereceu um penálti ao Mali, que Lassine Sinayoko converteu.
No correspondente tempo extra, a Tunísia, campeã em 2004 e vice em 1965 e 1996, foi mais ambiciosa, mas não conseguiu evitar o desempate por penáltis, diante do finalista em 1972, que se impôs por 3-2, com o seu guarda-redes Djigui Diarra a defender dois penáltis e outro a sair por cima da trave. Os magrebinos caíram assim na CAN-2025.
De acordo com alguns meios de informação tunisinos, a rescisão amigável do contrato foi alcançada em reunião realizada em Rabat, onde decorreu o desafio. O novo treinador terá como missão liderar as Águias de Cartago no Mundial-2026, onde vão defrontar Japão, Países Baixos e uma seleção do play-off europeu (Ucrânia, Suécia, Polónia ou Albânia).
