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Hakimi foi eleito o melhor jogador africano na cerimónia da Confederação Africana de Futebol no mês passado, mas apareceu em Rabat de muletas, o que levantou dúvidas sobre se recuperaria a tempo da fase final.
O lateral-direito do Paris St Germain afirmou sentir-se pronto para jogar na véspera do torneio, mas não foi utilizado nos dois primeiros encontros da seleção anfitriã, uma vitória por 2-0 frente às Comores e um empate 1-1 diante do Mali.
No entanto, Regragui afirmou no domingo que o jogador já está disponível e agradeceu ao PSG por ter ajudado na recuperação do atleta e por o ter libertado antecipadamente para se juntar à seleção e trabalhar com o departamento médico.
“Quero agradecer ao Paris St Germain. Se o Hakimi está de volta connosco, é graças a eles”, afirmou Regragui.
“Não existe nenhum clube no mundo que liberte um jogador 15 dias antes do início da Taça das Nações Africanas".
Marrocos precisa de vencer a Zâmbia para garantir o primeiro lugar do Grupo B, tendo conquistado o troféu da Taça das Nações Africanas pela última vez em 1976.
