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O antigo avançado, de 59 anos, conhece o torneio melhor do que a maioria, tendo conquistado três títulos como jogador e feito a última das suas sete participações aos 39 anos.
Agora está a orientar a equipa pela primeira vez nesta competição, levando o Egito até às meias-finais, na busca pelo primeiro título desde 2010.
“O nível do futebol africano aumentou consideravelmente, com a qualidade dos jogadores de cada equipa a ser verdadeiramente impressionante,” afirmou na terça-feira: “Há aqui muitas equipas com jogadores de classe mundial, não só os mais experientes, mas também jovens com capacidade para decidir jogos e um conjunto de habilidades extraordinário.”
O Egito conquistou o troféu por um recorde de sete vezes, mas parte como outsider para a meia-final frente ao Senegal, em Tânger.
“Todas as equipas têm as suas fragilidades e estudámos o Senegal ao pormenor enquanto preparámos este jogo. Temos a certeza de que eles também vão analisar a nossa abordagem, por isso este encontro pode ser decidido nos pequenos detalhes,” previu Hassan.
Hassan foi alvo de algumas críticas depois de o Egito ter precisado de prolongamento para ultrapassar o Benim nos oitavos de final. Depois, esteve em desvantagem durante grande parte dos quartos de final frente à Costa do Marfim.
“Não quero saber disso para nada,” disse Hassan aos jornalistas na conferência de imprensa antes do jogo, na terça-feira: “Há quem confie no que estamos a tentar alcançar e há quem seja céptico. Não dou importância a isso.”
Tem-se falado bastante sobre esta poder ser a última oportunidade para o avançado do Liverpool, Mohamed Salah, de 33 anos, conquistar um troféu pela seleção nacional. O colega de equipa do Egito, Mahmoud Trezeguet, tal como Salah, perdeu duas finais anteriores da Taça das Nações Africanas, mas não tem dúvidas de que Salah continua a ter qualidade para concretizar o objetivo.
“Para mim, o Salah é o melhor jogador em campo,” afirmou Trezeguet.
