Recorde as incidências da partida

O Benfica entrou praticamente a ganhar em Braga e construiu cedo a vantagem que acabou por ser decisiva. Logo no primeiro minuto, Catarina Amado surgiu solta no corredor direito, após passe de Chandra Davidson, e cruzou com precisão para o cabeceamento de Caroline Møller, completamente desmarcada, sem hipóteses para Patrícia Morais.
Apesar do golo madrugador, o SC Braga conseguiu reagir e equilibrar a partida, criando algum frisson na área contrária. Aos 12 minutos, Carolina Rocha sofreu falta de Catarina Amado e, chamada a converter o respetivo castigo máximo, Malu Schmidt viu Lena Pauels brilhar, com uma defesa decisiva que manteve a vantagem das águias.
O Benfica voltou a ameaçar aos 26’, quando Lúcia Alves rematou após novo cruzamento de Catarina Amado, obrigando Patrícia Morais a uma enorme intervenção, num dos momentos de maior destaque da guarda-redes internacional portuguesa. O encontro manteve-se disputado, mas sem grandes ocasiões claras até ao intervalo.
Benfica geriu vantagem na segunda parte
Na segunda parte, o conjunto encarnado geriu a vantagem com maturidade. Aos 60 minutos, Caroline Møller esteve perto de bisar, ao cabecear com perigo após cruzamento da recém-entrada Lara Martins, com a bola a passar a centímetros do poste direito da baliza bracarense. Do ponto de vista defensivo, o Benfica mostrou-se sempre muito consistente, cerrando fileiras e não permitindo lances de real perigo junto da baliza de Lena Pauels.
Com este triunfo, o Benfica vai defender em casa a vantagem alcançada frente ao SC Braga, na segunda mão das meias-finais da Taça de Portugal, agendada para 18 de março. Na outra meia-final, Vitória SC e FC Porto empataram a duas bolas, em Guimarães.
