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Alerta à equipa em semana de clássico? "Não preciso de alertar. A segunda volta iria ser cada vez mais difícil, cada vez mais as equipas vão bater-se pelos pontos. Todos elas precisam, pelo que os jogos vão ser cada vez mais difíceis, e este não foge à regra. Vão encarar o jogo do AFS cientes dessa dificuldade, sabendo que temos de dar o nosso melhor para conseguirmos vencer, não há outras hipótese, até porque dita o acesso à meia final de uma competição. A dificuldade vai aumentar, e temos de ser sérios, estando ligados do início ao fim. É isso que temos demonstrado, que estamos ligados. A equipa está ligada às dificuldades, independentemente de, no campeonato, o AFS estar com muitas dificuldades. É algo que os pode meter numa meia final, por isso, a motivação vai ser extra. Vamos passar por dificuldades, mas a equipa sabe. Independentemente do adversário e da tabela, a dificuldade vai existir. Dentro das suas armas, estes últimos meses serão intensos, e a equipa tem de manter este espírito, porque só os melhores são capazes."
Situação de Hjulmand: "Não vou falar mais, já falei no fim do jogo. Está dito. Vai ser titular amanhã."
Que jogo espera com o AFS? "É um momento diferente, com um treinador diferente, em relação ao que foi o jogo do campeonato. Tivemos oportunidade de observar melhor o treinador, está uma equipa mais compacta e competitiva, apesar dos resultados. Chegaram jogadores novos, o que torna a equipa mais competitiva. Tem variado o sistema. Acredito que tentará fazer um bom jogo, com uma ou outra mudança em relação ao onze da última jornada, até pelos dias de descanso, mas nada nos impede de estar preparados. A Taça de Portugal é muito isto. Às vezes, os sonhos acontecem, e temos de ser capazes de estar ligados, para que não aconteçam surpresas, e continuamos a lutar até ao fim por algo que está em nosso poder.
O que sente o treinador numa situação destas? "Não há situação nenhuma. O Hjulmand é um grande capitão, um grande líder e um grande exemplo. É alguém em quem o grupo confia, e assim continuará a ser. Amanhã, voltará a jogo, será titular e capitão. Tudo normal. O Rui (Borges) tem um grande capitão."
Devia ter mais apoio da estrutura nestes casos? "O Rui está aqui para dar a cara, mas a confiança da estrutura tem sido, desde o primeiro dia... É um não assunto, e já o expliquei. A confiança é total, estamos sempre em sintonia, nada em contrário. Há muita confiança, muito diálogo, desde o primeiro dia."

Jogos ganhos nos descontos. É sorte? "A sorte dá trabalho. Os nossos adeptos devem estar felizes, conseguimos quatro vitórias, por isso... Na época passada, fizemos 24 golos nos últimos 15 minutos. Esta época, levamos 14, ainda nos faltam dez para bater a época passada. O jogo é até ao fim. Mais do que tudo o resto, a equipa demonstra que a confiança está em alto, o que é percetível pelos resultados. Sabemos que os jogos vão ser difíceis, mas a crença e a ambição é tanta que acabamos por ser felizes, mas a felicidade tanto é no primeiro como no último minuto. Se calhar, numa fase inicial, fazíamos muitos golos nos primeiros dez minutos, em Alvalade. Agora, fazemos outros na reta final. Deixa-me feliz que estejamos há 33 jogos a fazer golos, o que demonstra a ambição da equipa. O querer vencer é tão grande que dignifica muito o nosso grupo."
Jogo do FC Porto com o Casa Pia: "Tive a oportunidade de ver, a espaços, porque vamos defrontar o FC Porto, na próxima jornada do campeonato. Dita a dificuldade, as equipas vão-se entregar cada vez mais ao jogo a querer pontos, porque, se olharem para a tabela, vai ser duro para quem está mais embaixo... Os pontos vão ser muito caros. Independentemente de ser FC Porto, Benfica ou Sporting, os jogos são difíceis. O Benfica teve dificuldades, nós tivemos dificuldades para ganhar ao Nacional. É o que é, e vai ser cada vez mais. Não há jogo que dite nada, até ao fim. Na época passada, estivemos a oito pontos e perdemos nove. Depois, fomos campeões. No futebol, muda tudo muito rápido, e as equipas estão cada vez mais fortes e conhecem-se melhor. Vamos ter maiores dificuldades, seja com que equipa for."
Boletim clínico: "O Fotis (Ioannidis) e o Debast estão fora. O Nuno (Santos) poderá entrar na convocatória".
Bragança pode ser a alternativa a Trincão como número 10? "As dificuldades têm dado soluções, tornam a equipa mais forte e os jogadores crescem mais individualmente. Disse que era dos jogadores que mais me tinha surpreendido, olho para ele e acho que é extraordinário."
Renovação de Trincão: "Fiquei muito feliz se acontecer a renovação por ele, por nós e pelo Sporting. Liderança? Não precisa de usar braçadeira. Tem dado sempre resposta, é dos poucos que não tido lesões longas. Tem dado a cara sempre pela equipa, mesmo nas dificuldades, não se esconde. Dita também o que é ser um líder".
Gestão da equipa com o AFS? "Poderá acontecer uma ou outra mudança. É possível, faz parte. Sabem que todos são capazes de dar resposta. Todos estão ligados. Estou tranquilo. Poderá haver, não a pensar no FC Porto, mas porque há jogadores mais sobrecarregados e temos de ter cuidado".
Plantel do Sporting tem profundidade para todas as frentes? "O que fizemos até agora responde a tudo isso em relação à profundidade. Basta olhar para as nossas performances e perceber que a equipa deu a resposta. Quando não der é porque o adversário foi melhor. A entrega, a vontade e a resposta estarão lá sempre. Passámos diretos aos oitavos. Querem jogar, a equipa responde por mim. Estamos a fazer uma grande época".
Com o Alverca revolucionou o onze. Pondera fazer o mesmo amanhã? "Momentos diferentes, foi passado dois dias de um jogo nosso. Amanhã poderá haver algumas alterações dado o excesso de calendário, mas nada nesse sentido. Nesse jogo tinha de fazer isso. Todos eles já deram resposta, aqui quem está acima é o Sporting, mais nada. Já ganhámos com todos e sem todos, entre aspas. Aqui ninguém está acima da equipa. E eles percebem isso. Estou super confiante em relação ao meu plantel."
