Futsal: As declarações dos treinadores após o Sporting-Benfica (2-2)

Nuno Dias, treinador do Sporting
Nuno Dias, treinador do SportingMIGUEL A. LOPES/LUSA

Declarações após o jogo Sporting-Benfica (2-2), a contar para a 16.ª jornada do campeonato português de futsal, realizado esta quinta-feira no Pavilhão João Rocha, em Lisboa.

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Nuno Dias (treinador do Sporting):

“A forma como preparamos o jogo não vai mudar nada. Vamos preparar (o jogo de segunda-feira) como todos os outros, independentemente de ser algo novo para nós. Tem de ser conversado e decidido entre todos que coisas podemos arriscar, ou não, no primeiro jogo, e o que deixamos para o segundo.

Temos de perceber onde o Benfica cresceu e em que situações do jogo melhorou, para podermos retificar. Ver onde eles foram mais frágeis e mais fortes, onde nos criaram dificuldades e ajustar. A partir de amanhã, é trabalhar nisso. 

Não fomos superiores nos primeiros 30 minutos. Houve momentos em que fomos melhores, mas ninguém é superior por 30 minutos ou pior por 10. O jogo foi equilibrado e teve bons momentos das duas equipas. Depois do 2-0, o Benfica começou a reagir bem. Tivemos algumas chances para ampliar, mas o Benfica fez por merecer o empate.

Num lance em que acho que até estávamos bem equilibrados no espaço, e onde tivemos, na maior parte do tempo, esse equilíbrio bem conseguido, sofremos o golo numa bola nas costas. As subidas do Léo Gugiel não nos criaram muito perigo, acho que até fomos bem equilibrados nessas alturas e particularmente eficazes a defender, mas sofremos golo numa subida dele.

Sinceramente, acho que o resultado é justo. Apesar de nos custar, principalmente por ser a 49 segundos do fim, mas o Benfica fez por chegar à igualdade”.

Cassiano Klein (treinador do Benfica):

“Este dérbi é algo incrível e as duas equipas jogam os 40 minutos para vencer. Fomos muito consistentes no jogo, e o Sporting também. Não é simples competir com o Sporting e, a sofrer 2-0, é mais desafiante ainda. Lutámos até ao final. O desporto pode dar coisas boas no fim e foi isso que escolhemos.

O Sporting teve momentos em que podia ter ampliado e nós também podíamos ter ‘encostado’ antes. Foi um jogo muito igual, mas creio que a força mental num dérbi é primordial. O que sinto, nos últimos jogos contra o Sporting, é que as duas equipas são mentalmente muito fortes e isso torna o jogo cada vez mais desafiante.

(O Benfica) É uma equipa que trabalha muito forte longe dos holofotes. É magnífico jogar um jogo destes, com imprensa e adeptos, mas tudo é consolidado longe disso. Benfica e Sporting são equipas que se dedicam muito”.

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