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Na quarta-feira, os bicampeões europeus, sob o comando de Jorge Braz, lograram nova chegada à final, com um triunfo por 4-1 frente à França, nas meias-finais, e a velha conhecida Espanha é novamente a adversária que falta para chegar ao tri.
A equipa das quinas defende os títulos conquistados nas duas anteriores edições do Campeonato da Europa: em 2018, também na Eslovénia, Portugal derrotou a Espanha por 3-2, após prolongamento, e, em 2022, logrou vencer a Rússia por 4-2, nos Países Baixos, intercaladas pelo inédito triunfo mundial, alcançado em 2021.
No entanto, o histórico de finais europeias para a seleção masculina começou em 2010, quando atingiu a final, mas saiu derrotada pelos espanhóis, recordistas da prova, por 4-2, na Hungria, ainda sob orientação do selecionador Orlando Duarte.
O maior feito surgiria então em 2021, quando, na Lituânia, os lusos consolidaram a hegemonia recente na modalidade, com uma vitória por 2-1, diante da Argentina.
O segundo título europeu permitiu a Portugal disputar a recém-criada Finalíssima, em 2022, na Argentina, batendo na final da primeira edição a Espanha, por 4-2 nas grandes penalidades, depois de um empate 1-1 no tempo regulamentar.
As conquistas recentes da seleção principal tiveram réplica na seleção de sub-19, que repete o feito de ser a atual detentora de um bicampeonato europeu, após as duas vitórias de 2023 e 2025, antecedidas de um inicial desaire na final, em 2022.
Num torneio apenas com quatro edições, Portugal só falhou a final em 2019 e, em 2022, perdeu com a Espanha por 6-2, após prolongamento, o mesmo adversário que, depois, derrotaria nas edições de 2023 e 2025, por 6-2 e 3-2, respetivamente.
Na vertente feminina, Portugal também tem alcançado finais em tempos recentes, mas o sucesso total ainda não foi obtido, dado que a Espanha foi a mais forte nos Europeus de 2019 e 2022, e o Brasil se superiorizou às lusas no Mundial de 2025.
Em 07 de dezembro de 2025, nas Filipinas, Portugal sonhou com o inédito troféu, mas perdeu na final frente ao Brasil, por 3-0, enquanto em 2019 e 2022, num nível continental, somou duas derrotas por 4-0 e 3-3 (4-1 nos penáltis), respetivamente.
O único grande triunfo no feminino continua a ser a vitória nos Jogos Olímpicos da Juventude, em 2018, tendo sido a única edição realizada até ao momento, com as jovens lusas a baterem na final o Japão, por 4-1, na capital argentina Buenos Aires.
Juntando os clubes portugueses à equação, Benfica e Sporting têm palmarés na Liga dos Campeões, com uma vitória encarnada e duas ‘verdes e brancas’, para além de uma final perdida pelas águias e outras cinco pela formação leonina.
Em 2009/10, o Benfica bateu os espanhóis do Inter Movistar, por 3-2, depois de prolongamento, enquanto o Sporting venceu em 2018/19 e 2020/21, com um 2-1 aos cazaques do Kairat e um 4-3 aos espanhóis do FC Barcelona, respetivamente.
O Benfica já tinha alcançado a final da competição em 2003/04, enquanto a formação sportinguista soma várias presenças nas últimas temporadas, tendo perdido nas partidas decisivas das edições de 2010/11, 2016/17, 2017/18, 2021/22 e 2022/23.
