Paulo Freitas, treinador do FC Porto
Análise: “É um empate que sabe a pouco face ao que a equipa produziu. Não podemos dissociar isto do que foi a deceção por não termos seguido em frente na Taça de Portugal há quatro dias frente ao Benfica, mais uma vez num jogo em que tivemos produção suficiente para ganhar".
Correções: "Corrigimos aquilo em que estivemos menos bem. O Benfica não marcou golos ao FC Porto quer na transição ofensiva quer em ataque posicional, o que significa que fizemos bem o nosso trabalho. (...) Acabámos por sofrer golos em situações especiais do jogo. Agora vamos corrigir o que temos para corrigir e recuperar a equipa psicologicamente, porque é um rude golpe no que eram as nossas aspirações na Taça de Portugal e na aspiração normal para um jogo de campeonato, que era ganhar em nossa casa a uma grande equipa”.
Edu Castro, treinador do Benfica
Análise: “Foi um espetáculo grandioso e um jogo com duas faces muito diferentes. A primeira parte foi um jogo de cinco contra cinco e na segunda aconteceu de tudo, houve contra-ataques, superioridades, bolas paradas, cinco contra quatro no final e estou muito contente porque fizemos o empate. Estou orgulhoso com a minha equipa".
Risco: "Arriscamos no cinco contra quatro porque não nos conformados com a derrota e nunca deixaremos de buscar a vitória seja como for. Evidentemente que fizemos o cinco contra quatro para empatar o jogo, porque não baixaremos nunca os braços. Poderá sair melhor ou pior. O Benfica não se conforma com um empate, que poderá ser um resultado positivo, e não se conformará nunca com perder. (...) Chegará o dia em que perderemos, evidentemente, mas a equipa não se cansa de ganhar".
