Mourinho: "Disse ao Vini que, quando se marca um golo daqueles, não se provoca o estádio"

Mourinho à conversa com Vini
Mourinho à conversa com ViniREUTERS/Rodrigo Antunes

As declarações do treinador do Benfica, José Mourinho, após a derrota na receção ao Real Madrid (0-1), na primeira mão do play-off de acesso aos oitavos de final da Liga dos Campeões.

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Análise: "Fecharam-se bem, com duas linhas de quatro e dois jogadores muito rápidos na frente. Entrámos bem, diria mesmo muito bem, mas depois começámos a perder demasiadas bolas. Ainda na primeira parte começaram a sair com perigo e, depois do golo, o jogo passou a ser mais de instabilidade e emoção do que propriamente de controlo. A segunda parte teve menos brilho: um golo fantástico e pouco mais. Boa primeira parte de ambos os lados".

Vini e Prestianni: "Uma coisa é o que diz o Vini e outra o Prestianni. O que eu disse ao Vini é que, quando se faz um golo daqueles, sai-se em ombros, não se vai provocar o estádio nem mexer com o coração de um estádio. Ele acabou por matar o jogo".

Árbitro: "Não há muito a explicar. Tenho 1400 jogos de futebol e mais de 200 nas competições europeias. Ele tinha um papelinho e alguém lhe disse que Huijsen, Carreras e Tchouaméni não podiam ver amarelo. O Carreras faz uma simulação grotesca e não leva amarelo, o Tchouaméni faz dez faltas e não leva amarelo… Constatei um facto e depois, com arrogância, expulsou-me".

Bernabéu: "Agora é descansar e pensar no jogo com o AFS e só depois no jogo de Madrid. Da mesma maneira que na fase de grupos: enquanto há vida há esperança. Agora não são pontos, é um jogo em que estamos a perder 0-1 ao intervalo. Vamos jogar contra uma equipa fantástica e num estádio que empurra... vamos ver como corre. E vamos ver se vem o Anthony Taylor (árbitro)"

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