Os homens de Steve Borthwick são apontados como uns dos principais candidatos ao título, atrás da França, adversária que vão defrontar naquele que poderá ser o jogo decisivo do torneio, marcado para 14 de março.
"Estamos num bom momento, não há como negar", afirmou George, que na semana passada anunciou que se vai retirar após o Mundial-2027: "Recebemos bem a expectativa porque é um reconhecimento do que fizemos e do que alcançámos num curto espaço de tempo, mas também serve para nos manter alerta, pois sabemos que não podemos cair em facilitismos nem depender do que já fizemos."
Inglaterra inicia a sua campanha em casa frente ao País de Gales a 7 de fevereiro, antes de enfrentar desafios mais exigentes fora diante da Escócia, em que não vence há seis anos, e em casa frente à Irlanda
"Sabemos que, se formos a mesma equipa dos últimos 11 jogos, não vai ser suficiente, por isso o nosso foco nas próximas duas semanas é tornarmo-nos melhores", acrescentou George: "Temos de definir um novo tom, estabelecer um novo padrão e jogar com uma intensidade diferente, de forma a sentirmo-nos orgulhosos."
O talonador dos Saracens falou no lançamento do Seis Nações em Edimburgo, em representação do capitão Maro Itoje, que tem estado a lidar com o luto pela morte da sua mãe, Florence.
A mãe de George, Jane, foi diagnosticada com cancro no dia em que ele foi nomeado capitão de Inglaterra no início de 2024 e acabou por falecer em fevereiro, durante o Seis Nações.
"É uma notícia terrível, já passei por isso. É um período extremamente difícil para ele e para a sua família", disse George: "A forma como ele se comportou nos últimos meses foi verdadeiramente impressionante. O mais importante é que lhe deram espaço suficiente para fazer o luto e para se recompor."
