Inglaterra vinha de uma sequência de 12 vitórias em Testes até que as derrotas consecutivas frente à Escócia e à Irlanda deitaram por terra as aspirações ao título do Campeonato.
A derrota por 42-21 frente à Irlanda, em Twickenham, na semana passada, foi especialmente preocupante e tornou o encontro com a Itália — que nunca venceu a Inglaterra — em Roma, a 7 de março, num desafio de enorme importância para os comandados de Steve Borthwick.
A Irlanda chegou rapidamente a uma vantagem de 22-0 em pouco mais de meia hora, enquanto a Escócia já vencia por 17-0 ao fim de apenas 16 minutos em Murrayfield.
"Certamente não nos tornámos uma má equipa de um dia para o outro. Não estamos assim tão longe. Houve um efeito de bola de neve em ambos os jogos devido à forma como começámos. Fora isso, temos jogadores de grande qualidade, um excelente plano e ótimos treinadores. Não tenho dúvidas de que vamos voltar ao nosso melhor frente à Itália dentro de duas semanas", afirmou Jamie George.
O antigo capitão da Inglaterra acrescentou: "Os resultados não têm sido suficientes. Estes dois últimos jogos foram fracos. Ser derrotados de forma tão clara como aconteceu é frustrante. Tudo tem explicação, e provavelmente houve uma sucessão de erros e incapacidade de mantermos a posse da bola, o que tornou tudo muito mais difícil. Se estamos a perder por muitos pontos e a tentar marcar ensaios sem conseguir segurar a bola, a tarefa complica-se ainda mais. Sofrer 40 pontos em casa é também algo que não tem desculpa. Há muito a corrigir, mas ao mesmo tempo sentimos grande confiança de que não estamos assim tão longe."
