A corrida – que junta duplas de descida e slalom, com uma manga em cada disciplina – vai disputar-se na pista Olimpia delle Tofane, em Cortina d'Ampezzo, na terça-feira.
Johnson, que no domingo juntou o ouro olímpico ao título mundial conquistado no ano passado, é a principal escolha para fazer dupla com Shiffrin, a esquiadora dominante de slalom, com sete vitórias em oito provas da Taça do Mundo esta época.
A colega de equipa Lindsey Vonn, que lidera a classificação de descida da Taça do Mundo com cinco pódios em cinco corridas, incluindo dois triunfos, teria sido a favorita há um mês, mas partiu a perna na descida de domingo, depois de ter lesionado gravemente o joelho uma semana antes.
Enquanto Shiffrin soma um recorde de 108 vitórias em provas da Taça do Mundo, Johnson ainda não venceu nenhuma, mas detém os dois títulos mais importantes da carreira de qualquer esquiador.
Qualquer medalha seria a primeira de Shiffrin desde os Jogos de PyeongChang 2018, e a quarta da carreira, depois de ter ficado em branco em Pequim há quatro anos.
Shiffrin e Johnson também conquistaram o ouro nos Mundiais do ano passado, mas, tirando a corrida de domingo, a especialista em descida só subiu ao pódio da Taça do Mundo uma vez esta época, tendo sido terceira num super-G no mês passado.
O evento está a ser disputado pela primeira vez nos Jogos Olímpicos de Inverno no formato por equipas. Shiffrin também está a competir em slalom e slalom gigante.
As duplas dos EUA são formadas com base nos resultados, juntando a melhor especialista de descida à melhor de slalom, sendo que cada país pode apresentar quatro pares.
Jackie Wiles (descida) e Paula Moltzan (slalom) serão a segunda dupla dos EUA, com Bella Wright (descida) e Nina O’Brien (slalom) como terceira, e Keely Cashman (descida) e AJ Hurt (slalom) como quarta.
