O antigo número três mundial de ténis, atualmente no 36.º lugar do ranking após ter disputado apenas dois encontros da Taça Davis desde a eliminação na segunda ronda do US Open no último verão, considera, no entanto, que o tratamento médico em curso parece estar a dar resultados.
"A minha maior preocupação era saber se conseguiria terminar um encontro", contou o finalista do Open da Austrália 2023 e de Roland-Garros 2021, acrescentando que esta lesão o atormentava "há seis ou oito meses".
"Questionava-me: 'Será que vou conseguir jogar outro encontro sem dores?'. Fiquei realmente assustado depois da derrota no US Open (frente ao alemão Daniel Altmaier). Não consegui andar durante dois dias. É nesses momentos que se repensa o futuro da carreira", recordou.
Depois de consultar vários médicos, o jogador de 27 anos afirma estar agora satisfeito com o seu plano de recuperação.
"A minha maior vitória para 2026 seria não ter de me preocupar em terminar os encontros". Aliviado, está a treinar-se há cinco semanas sem dores.
"É muito encorajador saber que se fez uma pré-época sem dores. Espero que continue assim. Quero estar ao mais alto nível em 2026", afirmou com satisfação.
"Dei tudo de mim. O mais importante é ter a convicção absoluta de que posso voltar ao patamar onde estava. Vou fazer tudo para o conseguir", concluiu Tsitsipas.
A Grécia é presença habitual na United Cup, competição mista que se realiza há quatro anos em Perth e em Sidney, onde Tsitsipas faz dupla com Maria Sakkari, antiga número três mundial.
A Grécia está inserida no mesmo grupo que o Japão de Naomi Osaka e o Reino Unido liderado por Emma Raducanu.
