Europeu de voleibol: Campeã europeia e mundial Itália abre em casa com a Bélgica

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Europeu de voleibol: Campeã europeia e mundial Itália abre em casa com a Bélgica
As quatro seleções melhores classificadas de cada um dos grupos da fase preliminar avançam para os oitavos de final
As quatro seleções melhores classificadas de cada um dos grupos da fase preliminar avançam para os oitavos de final
Facebook/FIP
A Itália inicia na segunda-feira a defesa do título europeu de voleibol frente à Bélgica, em Bolonha, num campeonato a decorrer até 16 de setembro e que conta com a terceira presença consecutiva de Portugal.

A edição de 2023 do Europeu será disputada por 24 seleções, distribuídas por quatro grupos, concentrados nos países coorganizadores (Itália, Bulgária, Eslovénia e Israel), que começarão por lutar numa primeira fase por uma das vagas rumo aos oitavos de final.

As quatro seleções melhores classificadas de cada um dos grupos da fase preliminar avançam para os oitavos de final, a disputar em Bari, em Itália, e em Varna, na Bulgária. As meias-finais (14 de setembro) e a final (16 de setembro) terão lugar em Roma.

Em 2021, Portugal fez história ao qualificar-se para os oitavos de final do Europeu, que decorreu na Estónia, Finlândia, Polónia e República Checa, e falhou por pouco a presença nos quartos, ao perder por 3-2 com os Países Baixos.

A Itália, campeã mundial e europeia em título, integra o Grupo A, com Suíça, Sérvia, Alemanha, Bélgica e Estónia, e terá a vantagem de jogar em casa desde a fase de grupos até, eventualmente, os jogos decisivos de atribuição de medalhas.

A seleção transalpina é o alvo a abater por todas as outras, dado que, depois da conquista do seu sétimo troféu europeu em 2021 – após um jejum que durava desde 2005 -, em 2022 sagrou-se também campeã mundial, com um triunfo por 3-1 sobre a então bicampeã Polónia.

Os italianos, que surgem apenas atrás da Rússia/URSS, com 14 títulos, no quadro das medalhas da prova, conquistaram o Europeu em 1989, 1993, 1995, 1999, 2003, 2005 e 2021 e foram ainda finalistas vencidos em 1991, 2001, 2011 e 2013.

Em 2021, a Itália quebrou o jejum e sagrou-se campeã europeia, ao vencer na final a Eslovénia, por 3-2, que perseguia a conquista do seu primeiro título, após ter sido finalista vencida nas edições de 2015, frente à França, e 2019, perante a Sérvia.

Além da Itália, também Sérvia, que integra o Grupo A com a seleção transalpina, Eslovénia e Bulgária (B), Polónia e Países Baixos (C) e França, na poule D de Portugal, são apontados como candidatos às medalhas no Europeu.