Recorde as incidências da partida
Magnus Andersson (treinador do FC Porto):
“Especialmente na segunda parte, foi bom. Estivemos muito, muito irritados ao intervalo.
Sofremos 19 golos, não tínhamos muita agressividade e foi difícil. Depois começámos a fazer pequenos erros e a falhar alguns bons golos, mas a segunda parte foi muito boa.
Na Liga Europeia, frente ao MT Melsungen, vai ser difícil. É uma equipa que conheço muito bem e acho que o FC Porto jogou contra eles duas vezes no último ano. Vai ser difícil, mas vai ser divertido. Estou feliz hoje com a equipa.”
Jota González (treinador do Benfica):
“A nossa defesa não funcionou. Eles começaram a segunda parte a jogar muito situações abertas, de um contra um, e nós sabíamos que tínhamos de mudar nos ajustes defensivos, mas não o fizemos.
Cada vez que nos superavam no um contra um, os jogadores começaram a subir muito por medo, e depois o pivô aparecia sozinho ou a bola saía para os extremos nos espaços que deixávamos. No final, sofremos muitos golos relativamente simples.
Tivemos muitos problemas ao longo do ano, com muitas baixas. O FC Porto, quando perde um jogador, vai buscar outro importante. Já fez várias contratações. Nós passámos muito tempo sem jogadores e não temos a mesma profundidade. Chegámos aqui sem três jogadores importantes, mas isso não justifica perder por 10.
Com estes jogadores já estivemos melhor noutras ocasiões. Acho que temos de fazer melhor para que a diferença não seja esta e não nos deixarmos ir no final, sofrendo tantos golos em perdas de bola sem guarda-redes, que foi o que fez a diferença.
Esta era uma oportunidade importante para lutar pelo segundo lugar, e agora fica muito mais difícil. Tudo passa por ganhar ao FC Porto em casa e fazer melhores resultados no resto.”
