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Concretizou um total de 13/15 remates, o que representa a taxa de eficácia mais elevada do último fim de semana. Aymeric Minne, tal como todos os jogadores da equipa de França, iniciou a sua preparação para o Euro-2026 com uma excelente atitude. Determinado a conquistar a sua primeira medalha de ouro europeia, o jogador de Nantes é visto como uma das grandes esperanças dos gauleses.
Um dos jogadores mais decisivos da atualidade
O talento e a qualidade de Minne já não precisam de ser provados. É simples: o jogador causa enormes dificuldades a muitas defesas, dentro do campo. Consistente ao longo de várias épocas, tem-se destacado não só ao serviço do clube, mas também já foi interessante de acompanhar no ano passado, durante o Mundial-2025. Agora ainda mais experiente, deverá brilhar ainda mais em prol dos Bleus.
A sua incrível velocidade, aliada à precisão dos seus remates, torna-o perigoso sempre que tem a bola nas mãos. Pode ser muito mais do que um trunfo na progressão da seleção francesa. Por fim, a sua explosividade oferece uma arma ofensiva única a Guillaume Gille. Algo que o treinador reconheceu esta segunda-feira.
"Foi perfeito na organização, na forma como imprimiu ritmo, foi perigoso e fez a equipa jogar", sublinhou o seu selecionador.
E, tendo em conta o seu nível, ou até mais do que isso, não restam dúvidas de que finalmente se destaque numa grande competição – ele que esteve lesionado no Mundial-2023, não foi convocado para o Euro-2024 e ainda era suplente no ano passado.
A ausência de Remili para brilhar sozinho
Com Nedim Remili de fora, devido a uma lesão na coxa esquerda, Minne é o único central de raiz em todo o plantel francês. Assim, Gille terá ainda menos opções: o jogador será utilizado com maior frequência e todos os olhares estarão postos nele.
No entanto, para estar a 100 %, precisa também de corrigir um dos seus pontos fracos: a combinação com os seus colegas de equipa. O próprio referiu isso no último fim de semana, durante o Torneio de França. "No início da preparação, manifestei a minha vontade de treinar mais com os jogadores que não jogam ao meu lado no clube. E penso que isso deu frutos esta noite, nas ligações com o Dika ou o Elohim, por exemplo. Depois, no final do jogo, jogámos entre jogadores de Nantes, por isso temos automatismos".
A base de Nantes será, de facto, um verdadeiro apoio para ele. E a do resto da equipa também. No centro desta, irá certamente conduzi-la a grandes feitos, que começam já esta quinta-feira frente à República Checa.
