Síntese do Europeu de andebol: Derrota tangencial de Portugal, equilíbrio na Ronda Principal

Dinamarca venceu a França por 29-32
Dinamarca venceu a França por 29-32ČTK / DPA / Sina Schuldt

O Grupo I da Ronda Principal do Europeu de andebol de 2026 começou esta quinta-feira, sob o signo do equilíbrio, com a Alemanha, vencedora de Portugal por 32-20, a liderar isolada, com duas vitórias.

O apuramento para as meias-finais está totalmente em aberto, com Portugal, França, Noruega e Dinamarca com uma vitória e uma derrota e por último a Espanha, ainda sem pontos.

A Dinamarca redimiu-se da derrota frente a Portugal, na fase de grupos, e bateu hoje à noite a França, por 32-29, enquanto a Noruega suplantou a Espanha, em jogo difícil vencido por apenas 35-34.

No chamado 'grupo da morte', todas as equipas ainda podem sonhar com as meias-finais, mesmo a Espanha, coroada em 2018 e 2020, que hoje perdeu um jogo que parecia estar controlado.

Em Herning, na Dinamarca, o dia começou com os 'heróis do mar' a rubricarem nova exibição de excelência, comandados por 'Kiko' Costa, autor de mais dez golos em evidente rota para os troféus de melhor marcador e melhor jogador jovem do torneio.

Após 11-11 ao intervalo, o marcador só pendeu para os germânicos nos últimos minutos da partida, fase em que os portugueses se podem queixar de alguma falta de sorte no remate e da grande forma do guarda-redes Andreas Wolff.

O jogo entre espanhóis e noruegueses também estava empatado ao intervalo, com 16-16. O marcador ia avançando sem diferenças maiores do que dois golos e, no final, os ibéricos desperdiçaram uma superioridade de dois jogadores, com segundos para jogar, falhando o golo e assim selando a derrota.

A fechar o dia, Herning assistiu à reedição da final da edição passada, só que agora com os dinamarqueses, tetracampeões mundiais, a levarem a melhor sobre os 'azuis', campeões em título, por 29-32, com liderança francesa de 12-11 ao intervalo.

Francisco Costa é o melhor marcador do torneio, neste momento, com 57 golos, mais nove do que o dinamarquês Mathias Gidsel.