Recorde as incidências do encontro
Perante o vice-campeão europeu e alemão, e com as baixas de Guilherme Borges, Linus Persson, Thorsteinn Gunnarsson e Xavier Barbosa, todos devido a problemas físicos, o FC Porto conseguiu manter-se na discussão durante praticamente toda a primeira parte. A velocidade na transição ofensiva foi uma das principais armas dos portistas, que chegaram ao 13-13 e tiveram várias oportunidades para passar para a frente.
O Füchse Berlim contou com duas exclusões de Daymaro Salina e com a inspiração de Mathias Gidsel, autor de sete golos nos primeiros 30 minutos e eleito melhor jogador do mundo nas últimas três épocas, mas não conseguiu descolar no marcador no primeiro tempo, chegando ao intervalo com uma vantagem de três golos (20-17).
O FC Porto entrou melhor na segunda parte e reduziu a diferença para apenas um golo (22-21), mas acabou por perder eficácia num período decisivo. Nem as situações de superioridade numérica foram devidamente aproveitadas, permitindo ao Füchse aumentar a vantagem para 27-22.
Carlos Martingo apostou então no sete contra seis para tentar recolocar a equipa na luta pelo resultado, mas os alemães foram ganhando cada vez mais conforto e, apesar das boas intervenções de Diogo Rêma, Gidsel assumiu definitivamente o protagonismo na segunda metade e terminou a partida com uns impressionantes 17 golos, ajudando a equipa da casa a fechar o encontro com oito golos de diferença. Antonio Martínez, com seis golos, foi o melhor marcador portista.
As duas formações voltam a encontrar-se já na próxima quinta-feira, no Dragão Arena, novamente para a Liga dos Campeões.
