Questionado pela imprensa sobre o tipo de capitão que gostaria de ser e o género de discurso que pretendia transmitir aos seus colegas de equipa, "Wemby" preferiu dar tempo ao tempo.
"Estas não são questões problemáticas para mim, porque confio em quem sou, no que posso trazer a um coletivo, desportivamente e em termos de filosofia", respondeu inicialmente.
"Mas para mim, num projeto que se conta com a seleção francesa em dezenas de anos, e não apenas em anos, é algo que se vai construindo com o tempo", acrescentou a estrela dos Spurs e da NBA, nomeado capitão dos Bleus para os quatro jogos de agosto (pelo menos numa primeira fase).
"É importante não saltar etapas e, todos os dias, estar o mais próximo possível da pessoa que gostaríamos de ser. Por isso, tentarei sempre que estiver com a seleção francesa estar o mais próximo possível do capitão que quero ser", concluiu o poste (2,24 m, 17 internacionalizações).

Wembanyama, de regresso à seleção francesa nesta janela internacional, pela primeira vez desde os Jogos Olímpicos 2024, afirmou ainda a sua vontade de conquistar "títulos" com os Bleus.
A começar pelo Mundial em setembro de 2027 no Catar, "porque é um título que nunca conquistámos".
"E mesmo que já o tivéssemos conquistado, teria vontade de o voltar a ganhar. É também uma competição qualificativa para os Jogos Olímpicos" de 2028 em Los Angeles, recordou.
Depois de dois jogos de preparação frente à Sérvia (o primeiro perdido em Belgrado, o segundo vencido em Orleães), a seleção francesa disputa os seus dois primeiros jogos da fase principal das qualificações, quinta-feira frente à Eslovénia em Bercy e depois no domingo frente à Suécia em Estocolmo.
Bem lançados com cinco vitórias e uma derrota, os Bleus ficariam praticamente apurados em caso de dois triunfos.
