Recorde as incidências da partida
Eugénio Rodrigues (treinador do Benfica):
“Foi o acertar da nossa estratégia ao intervalo, pois estávamos demasiado conservadores. Quando acertámos, colocámos algumas condicionantes ao adversário, sobretudo na sua capacidade de tiro. Quando se ganha uma distância de dois dígitos, com equipas tão equilibradas, fica muito difícil ir atrás.
Agora é continuar o trabalho, sendo muito humildes e abnegados, numa fase muito exigente em termos físicos, para entrarmos no play-off com força. Depois, é ir semana a semana e jogo a jogo.
(Sobre Shaquilla Nunn) O basquetebol é um desporto coletivo, mas que vive da exploração que fazemos das invividualidades. Tínhamos um défice na posição cinco e a Shaquilla veio dar essa consistência em dezembro, oferecendo soluções e tornando-nos um pouco mais compridos no campo”.
Marcy Gonçalves (capitã do Benfica):
“Conhecíamos bem o valor do GDESSA, uma equipa que nos traz sempre muitas dificuldades, sobretudo na linha dos três pontos. Ainda por cima, elas tinham duas jogadoras que estavam com bom acerto. O início encalhou um pouco para nós, mas, felizmente, conseguimos resolver e dar a volta a nosso favor. A parte emocional conta muito e, além disso, fomos sólidas na defesa e estivemos atentas aos detalhes, sendo sólidas na defesa e ganhando a luta das tabelas acabando por vencer”.
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André Martins (treinador do GDESSA):
“Ontem jogámos muito bem, estivemos a um nível muito alto, mas hoje jogámos 20 minutos, por demérito nosso e muito mérito do Benfica. O parcial de 18-2 no início do terceiro período acabou por ser decisivo, uma vez que perdemos as dinâmicas ofensivas e as regras defensivas.
É difícil, mas há que aceitar, por o Benfica foi melhor. Não conseguimos reagir da forma mais positiva. Durante três ou quatro minutos, a equipa parou de jogar, permitindo que elas fossem muito dominantes próximo do cesto, conseguindo mais ressaltos ofensivos do que nós em termos defensivos”.
