Recorde as incidências da partida
Análise ao jogo: "Sentimo-nos bem, não era o jogo que queríamos, queríamos de outra forma. Foi bom para aprender e jogar de outra forma ao que estamos habituados. Relaxámos um bocadinho nos últimos minutos, perdemos algumas bolas desnecessárias, mas fomos superiores nos 90 minutos. Sobretudo, ter muita bola no terço deles, que é algo que temos que melhorar e sermos pacientes quando lá chegarmos. É melhorar as decisões.”
Duas partes diferentes: “Acho que na primeira parte o jogo foi diferente, onze para onze. Na segunda parte, com 10 para 10, temos que ser mais pacientes. Devíamos ter acelerado o jogo no momento certo e não tentar tantas vezes. Não tínhamos uma referência, mas sim o Gonçalo Guedes, que nos dá coisas diferentes. Daí acho que a chamada dele pode ser interessante, jogando no meio ou no corredor.”
Expulsões: "Simplesmente foi o calor do jogo. Obviamente que não queremos ter jogadores expulsos, mas ressalvo a entreajuda do grupo e a defesa dos colegas. O (Rafael) Leão entendeu que o (João) Cancelo estava ali a ser apertado, foi o primeiro a lá chegar e teve o azar no meio dos empurrões que o jogador chileno acaba por cair. Mas é importante estar lá uns para os outros. Eu fico com a parte positiva, porque a entreajuda entre nós vai ser importante no Mundial.”
Estilo de jogo do Chile: "São seleções sempre muito agressivas sem bola, gostam de travar o jogo e torná-lo lento, sem nos deixar sair quando temos uma falta ou um canto e a entrar em desacatos. Mas estamos preparados e cientes do que nos espera. Hoje foi um bom teste para percebermos o que virá da Colômbia."
Alcançou Nuno Gomes nos golos por Portugal: “É bonito, mas não penso muito nisso. Estamos a falar de um grande jogador português, mas o mais importante é o que aí vem e ajudar a equipa no que puder.”
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