O jantar de aniversário, que teve lugar no Casino da Madeira, contou com a presença de Helena Pires, CEO da FPF, bem como de Paulo Costa, diretor executivo da Liga Portugal.
Carlos André Gomes, presidente do Marítimo, salientou no seu discurso o regresso do clube à Liga, no ano do centenário da conquista do Campeonato de Portugal, em 1926, e a importância de encontrar em breve um investidor/parceiro para a SAD.
"Como já tenho dito várias vezes, não gosto de chamar-lhe investidor, prefiro-se chamá-lo de parceiro, que esteja connosco a nos ajudar na parte financeira. Obviamente que, se queremos ser competitivos, temos que ter outras armas e outro poderio financeiro que neste momento não temos. Agora, a urgência em ter um parceiro já foi maior do que aquela que é hoje em dia. O que não invalida que, se aparecer uma boa oportunidade — e ela terá que sempre defender os interesses da instituição Marítimo —, cá estaremos para analisar e levar à Assembleia Geral para os sócios aprovarem", afirmou o presidente do Marítimo.
"2026 foi um ano fantástico. No ano em que celebramos 100 anos de campeões de Portugal, tivemos a competência de sermos mais fortes na Liga 2 e conseguimos ascender à Liga. Portanto, foi um ano memorável para todos os maritimistas. Agora, é também o momento de interiorizarmos que temos que ser responsáveis naquilo que é o futuro do Marítimo. Temos que ser responsáveis e cuidadosos e, acima de tudo, não podemos entrar em loucuras. Este é um ano em que temos de fazer uma manutenção tranquila. Teremos que, forçosamente, dar sustentabilidade a este clube para o futuro, e é nisso que estamos empenhados", acrescentou Carlos André Gomes, que não pediu nenhuma prenda especial neste 116.º aniversário do clube madeirense.
"A prenda que eu quero, verdadeiramente, é que todos os maritimistas se unam em torno daquilo que é esta instituição, que é grande porque tem uma massa adepta muito grande. São eles que fazem esta instituição e a grandeza que ela tem. Que continuem unidos e continuem a apoiar", referiu.
