“Investir no desenvolvimento estrutural das modalidades, desde o acesso, a deteção e o acompanhamento de talentos, à diversificação dos quadros competitivos e às condições de participação internacional dos nossos melhores atletas, é garantir um desporto mais forte, mais competitivo e sustentável no futuro”, considerou o presidente, Daniel Monteiro.
O executivo, através de comunicado do ministério da Cultura, Juventude e Desporto, anunciou terça-feira um reforço extraordinário a um bolo inicial de 62 ME que já tinham sido acrescentados pelo Governo e que seriam para ser distribuídos até 2028.
“Quando todas as federações desportivas se juntam por unanimidade na defesa de um mecanismo que permite reforçar o sistema em cerca de 15 milhões de euros anuais, o Governo tem de torná-lo numa prioridade”, considerou o dirigente, igualmente em comunicado.
A CDP diz que pretende acompanhar a implementação das medidas do governo, constatando “a necessidade da existência de critérios de atribuição dos fundos que promovam a ambição dos projetos desportivos e estimulem a meritocracia do trabalho desenvolvido pelas estruturas desportivas”.
O organismo reiterou ainda a sua disponibilidade para continuar a colaborar com o Governo “na definição de políticas públicas que permitam alcançar sucesso sustentado a longo prazo”.
De acordo com o ministério, dois milhões de euros deste incremento de financiamento vão ser para “reforçar o apoio às atividades regulares das federações desportivas e dos Comités Olímpico e Paralímpico”, com um valor igual a ser atribuído ao apoio ao Alto Rendimento e às seleções nacionais.
O milhão de euros restante servirá “para reconhecer e apoiar os resultados de excelência alcançados por atletas e seleções portuguesas nas principais competições internacionais”.
