Além da formação espanhola, os organizadores da Grande Boucle entregaram o outro convite à francesa TotalEnergies, deixando de fora a também nacional e reforçada Unibet Rose Rockets, que tem nas suas fileiras nomes como Dylan Groenewegen, Victor Lafay ou Wout Poels, todos eles vencedores de etapas no Tour.
“Seguimos o mesmo critério dos anos anteriores, ou seja, guiámo-nos pela classificação da segunda divisão (no final de 2025). A Caja Rural era a 25.ª, mas com o desaparecimento da Arkéa–B&B Hotels e a fusão da Lotto e da Intermarché torna-se a 23.ª”, justificou o diretor da prova à agência France-Presse.
Christian Prudhomme recordou que os espanhóis foram quartos na classificação por equipas da última Volta a Espanha e que o seu líder Abel Balderstone foi 13.º da geral.
“Ele é espanhol, mas igualmente catalão”, acrescentou ainda, aludindo ao facto de a 113.ª edição partir de Barcelona.
Certas no elenco da próxima ‘Grande Boucle’ estavam já as 18 equipas do WorldTour, a primeira divisão do ciclismo mundial, e as três melhores classificadas do ranking do segundo escalão, nomeadamente as suíças Tudor, do diretor português Ricardo Scheidecker e do popular ciclista francês Julian Alaphilippe, e Pinarello Q36.5, de Thomas Pidcock, e a francesa Cofidis.
A 113.ª Volta a França arranca em 04 de julho, em Barcelona, e termina em 26 de julho, em Paris.
Igualmente organizada pela Amaury Sport Organisation (ASO), a Volta a Espanha revelou também hoje os convites para a 81.ª edição, com a Caja Rural a ser preterida pelas também espanholas Burgos-Burpellet-BH e Kern Pharma.
A Vuelta2026 vai começar no Mónaco, em 22 de agosto, acabando em 13 de setembro, em Granada.
