“Tive um bom inverno, sem problemas. Por isso, estou contente por arrancar a época”, disse o corredor da Tudor.
Para já, o início de temporada não está a correr mal ao carismático Loulou, que ocupa um honroso 18.º lugar na Volta ao Algarve, após a chegada à Fóia, na segunda etapa.
“No ano passado, foi a minha primeira participação aqui, estou contente por voltar. É uma boa corrida para encadear com o ‘bloco’ de Itália: Strade Bianche, Tirreno-Adriático e Milão-Sanremo”, assumiu.
Julian Alaphilippe considera que a Algarvia, cuja organização o premiou no ano passado com o Prémio Prestígio, o pode ajudar “a finalizar a preparação” para os seus três primeiros objetivos de uma temporada em que serão as clássicas a reinar no seu calendário.
“A Strade é verdadeiramente uma das minhas provas favoritas, por isso estou desejoso de regressar lá e tentar prolongar a (boa) forma até à Liège-Bastogne-Liège”, resumiu o corredor que conquistou o denominado sexto Monumento – oficialmente são só cinco - em 2019.
Depois do bloco italiano, o duas vezes campeão mundial de fundo (2020 e 2021) participará na Volta ao País Basco, rumando depois às clássicas das Ardenas: Amstel Gold Race, Flèche Wallone, prova que ganhou três vezes, e Liège-Bastogne-Liége.
“Estou motivado”, garantiu, antecipando também a presença na Volta a França, que é “sempre o highlight do ano”.
“Ainda faltam muitos meses, temos tempo”, concluiu sobre participação na 113.ª Grande Boucle, que estará na estrada entre 04 e 26 de julho.
Sem “grandes expectativas” para esta Algarvia, o popular corredor da Tudor só quer desfrutar das estradas do sul até domingo, dia em que a 52.ª edição termina no alto do Malhão.
