O ciclista de 31 anos, que reside no Mónaco como muitos dos seus colegas, foi condenado a dois meses de prisão com pena suspensa, uma multa de 5.000 euros e dois anos de proibição de conduzir no Principado, em conformidade com o pedido do Ministério Público.
O julgamento teve lugar na passada terça-feira, no mesmo dia em que Gaviria assinou pela equipa espanhola Caja Rural Seguros, que compete na segunda divisão. O processo resultou de um controlo realizado a 22 de outubro, ao meio-dia, devido a uma condução perigosa. O teste de alcoolemia do ciclista registou 1,18 mg por litro de ar expirado, o que corresponde a quase 2,40 g/l de sangue.
Durante a audiência, explicou que estava sob stress devido ao trabalho e a problemas familiares. Nesse dia, tinha bebido alguns cocktails antes de pegar no carro para ir buscar comida, relatou o diário Monaco-Matin.
Profissional desde 2015, Gaviria soma 52 vitórias, mas o seu último triunfo foi numa etapa da Volta à Colômbia em fevereiro de 2024. Esta época, a equipa espanhola Movistar, com quem tinha contrato desde 2023, não o selecionou para nenhum dos três Grandes Voltas (Giro, Volta a França e Vuelta).
