"Ele irá trabalhar em estreita colaboração com (o histórico chefe) Sir Dave Brailsford, o (diretor de performance) Scott Drawer e o restante da equipa de direção, trazendo a sua experiência para a estratégia de corrida, recrutamento de ciclistas, desenvolvimento e preparação das provas", detalhou a formação britânica em comunicado.
Figura muito apreciada no pelotão, Geraint Thomas pendurou a bicicleta no início de setembro, após a última etapa do Tour da Grã-Bretanha, que terminou na sua cidade natal, Cardiff.
Campeão olímpico de perseguição por equipas em 2008 em Pequim e 2012 em Londres, passou depois toda a sua carreira de estrada na equipa Sky, que mais tarde se tornou Ineos. Inicialmente como colega de Chris Froome, a quem apoiou nas suas quatro vitórias no Tour de France entre 2013 e 2017, e depois como líder, conquistando ele próprio a Grande Volta em 2018.
"Esta equipa é a minha casa desde o primeiro dia e assumir este novo papel parece-me um passo natural. Aprendi imenso com as pessoas à minha volta, tanto colegas como a equipa técnica, e quero apoiar-me nos nossos fantásticos sucessos do passado para construir o futuro", explicou G no comunicado.
Depois de dominar de forma incontestável na década de 2010, a equipa INEOS perdeu algum protagonismo nas últimas épocas, ultrapassada por formações como a UAE ou a Visma-Lease a bike, mas continua a ser uma das referências do pelotão e acaba de contratar dois franceses, Kévin Vauquelin e Dorian Godon, para as próximas temporadas.
