A equipa anunciou na semana passada que o britânico tinha deixado a formação sediada na Suíça por motivos pessoais, com o antigo chefe da Ferrari, Binotto, a acumular o cargo de diretor com as restantes funções.
Wheatley tem sido associado à Aston Martin, equipa liderada pelo antigo colega da Red Bull, Adrian Newey, e que atualmente atravessa dificuldades devido ao motor Honda pouco competitivo. Tinha ingressado na Sauber, agora Audi, em abril do ano passado.
"Olhando para as suas qualidades e para as funções que desempenhava, temos de colmatar essa lacuna", afirmou Binotto ao site durante o Grande Prémio do Japão: "Não posso simplesmente acumular cada vez mais responsabilidades e tarefas para mim próprio. O meu principal foco está na base da fábrica, onde precisamos de transformar a equipa, desenvolver o carro e a unidade motriz, por isso vou precisar de alguém que apoie a equipa aqui durante o fim de semana de corrida. Estamos a analisar a situação. Vamos organizar-nos e estou bastante confiante de que em breve poderemos anunciar novidades."
Binotto referiu que a saída de Wheatley, que aconteceu após especulação sobre a Aston Martin, apanhou a equipa de surpresa.
Acrescentou ainda que o britânico lhe comunicou que, por motivos pessoais, não podia assumir um compromisso a longo prazo com a equipa.
"Decidimos, enquanto Audi, libertá-lo das funções, dado que não podia comprometer-se. Não creio que, enquanto equipa, tenhamos ainda assimilado a situação. Foi apenas (na semana passada) e agora estamos aqui no Japão com um fim de semana de corrida pela frente."
