"Estou muito satisfeito, o carro transmitiu-me excelentes sensações, mas perdemos imenso nas retas, demasiado. Por isso, temos de trabalhar bastante em Maranello para melhorar em termos de potência", afirmou o piloto britânico, em declarações após a sessão de qualificação.
Lewis Hamilton reconheceu ainda que a Mercedes continua a ter vantagem no desenvolvimento da unidade motriz. "Já sabíamos, tínhamos consciência de que a Mercedes estava à frente no desenvolvimento do propulsor. Fizeram um trabalho fantástico e nós temos de dar um passo em frente, temos de esforçar-nos para conseguir reduzir essa diferença."
Apesar dessa limitação, o heptacampeão mundial acredita que o desempenho do monolugar nas curvas é competitivo. "Acredito que, em termos de carro, o monolugar está excelente e que conseguimos competir com eles nas curvas, mas quando se tem menos potência, é assim que acontece."
O piloto da Ferrari foi também questionado sobre a asa traseira apelidada de "macarena", que a equipa testou nos primeiros treinos livres antes de regressar à configuração utilizada na corrida inaugural da temporada, na Austrália.
"Não sei ao certo porque voltámos a essa configuração", comentou Hamilton. "Fizemos tudo à pressa para chegar aqui, e não era suposto ser montada no carro antes da quarta ou quinta corrida. Só tínhamos duas, e talvez tenha sido um pouco prematuro, por isso desmontámo-la."
