A entrada em jogo foi autoritária e teve assinatura de classe. Logo aos 11 minutos, o criativo luso-brasileiro João Araújo abriu o marcador, confirmando o momento de forma e a influência no último terço. Acabaria, no entanto, por sair pouco depois, por limitações físicas — uma gestão que espelha a atenção da equipa técnica após as queixas apresentadas durante a semana.
Se o primeiro golpe foi de talento, os seguintes foram de eficácia pura. O avançado inglês Alexander Jakubiak assumiu protagonismo com um bis (36 e 59 minutos), oferecendo profundidade e presença na área, antes de o inevitável Hazem Morsy fechar as contas aos 68 minutos — mais um golo para o melhor marcador da equipa, que continua a ser sinónimo de regularidade.
Mais do que o resultado, o que sobressai é a consistência competitiva de um Al Ittihad que chega à fase decisiva com identidade definida. São agora 40 pontos em 23 jogos (11 vitórias, sete empates e cinco derrotas), com um registo ofensivo que impressiona: 47 golos marcados, o segundo melhor ataque da prova, apenas atrás do líder 365.
