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A jogadora referiu o alerta da equipa técnica para “um jogo completamente diferente” daquilo a que estão habituadas.
“O Brasil tem, por exemplo, uma forma de pressionar bastante diferente de todas as seleções da Europa. Vai ser um desafio muito grande para nós, porque nunca encontrámos nada assim, mas vai ser também muito interessante", disse antes do treino matinal, no Campo da Ponte, em Braga.
A média de 23 anos, que alinha nas espanholas da Real Sociedad, diz que, concretamente no meio-campo, “é preciso ter muita mobilidade e contra movimentos, porque o Brasil faz uma marcação individual e é muito difícil receber a bola, portanto é preciso ter essa variabilidade para criar espaço e conseguir receber as bolas”, notou.
As quatro temporadas que leva em Espanha trouxeram-lhe mais “ritmo e agressividade”, considerou.
“Foram dois pontos em que consegui crescer bastante porque no campeonato espanhol tudo acontece mais rápido, temos de tomar a nossa decisão mais rápido porque a pressão chega mais cedo", disse.
Apesar de jovem, Andreia Jacinto tem já considerável experiência na seleção, contando 58 internacionalizações.
“Não olho para isso como estatuto, venho sempre como se fosse a primeira vez, mas esta experiência que vou ganhando com os jogos internacionais permite-me estar mais disposta dentro do jogo, mais preparada para resolver problemas do que aquilo que estava antes e, se individualmente dou o meu melhor e consigo ajudar a Seleção no que possa, melhor para mim”, disse.
Portugal recebe a seleção canarinha na terça-feira, em Aveiro, depois da derrota com os Países Baixos, na quinta-feira, por 2-1, no Estádio Municipal de Braga.
De fora, fica Kika Nazareth, que sofreu uma lesão diante das neerlandesas, tendo sido substituída precisamente por Andreia Jacinto ainda na primeira parte, e foi dispensada do estágio.
