“A obra que hoje apresentamos é mais do que um livro, é a história de 150 anos de ténis em Portugal (...). Ao longo desses anos, o ténis português transformou-se profundamente: distribuiu-se pelo país, formou gerações de atletas, consolidou clubes (...) e conquistou o respeito de todos”, começou por notar João Paulo Santos.
Este percurso “não foi obra de acaso”, de acordo com o presidente da FPT, tendo sim sido “construído por milhares de pessoas que dedicaram tempo, talento e paixão à modalidade”.
“Pretende-se também que este livro seja uma homenagem a todos que ajudaram a construir o ténis português, muito particularmente a todos aqueles que contribuíram para que a FPT seja hoje uma referência tanto a nível nacional como a nível internacional”, evidenciou.
Nas palavras de João Paulo Santos, “100 anos”, de autoria de João Paulino, é “uma viagem às origens do ténis”, apresentando “uma história rica, que se desenvolve ao longo de quase 200 páginas” e reunindo “memórias, imagens, conquistas, desafios e momentos que marcaram” o percurso coletivo.
“É um legado que preserva o passado, honra os protagonistas e inspira o futuro”, descreveu o responsável federativo durante a apresentação do livro, que decorreu esta segunda-feira no Complexo Desportivo do Jamor, em Oeiras, no âmbito do 101.º aniversário da FPT.
Presente no evento, o secretário de Estado do Desporto notou que “não existe presente sólido nem futuro ambicioso sem memória”, defendendo que a obra hoje apresentada é “essencial para compreender o valor das conquistas” do ténis nacional e “cumpre o papel de preservar a memória coletiva”.
Pedro Dias disse ainda que a FPT tem sido “um catalisador para o desenvolvimento da modalidade em Portugal”.
Já o autor João Paulino descreveu “100 Anos” como um “livro da preservação da memória” e uma “obra vincadamente documental”, agradecendo a colaboração de todos aqueles que consigo partilharam o seu espólio.
