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"Para nós, é importante a partilha de experiências e também que as pessoas percebam e desmistifiquem um pouco o que é uma liderança no feminino, bem como a importância e o crescimento daquilo que tem sido feito nesta modalidade. Por isso, é com grande prazer e grande honra que aqui estamos", disse o selecionador nacional.
"Estamos a crescer nitidamente. Ao longo dos últimos anos temos vindo a crescer no número de adeptos, no número de praticantes e na forma competitiva como as nossas equipas disputam em contexto internacional. Isso é importante para nós. Sabemos que é um desporto que tem crescido muito nos últimos 10 anos e também sabemos que, por vezes, a velocidade não é tão grande como gostaríamos", sustentou.
"Mas temos agora o nosso plano estratégico para voltar a dar um boost, que é aquilo de que precisamos neste momento. E quando não conseguimos correr, temos de caminhar; e quando não conseguimos caminhar, temos de gatinhar. É isso que temos vindo a fazer. Não podemos é nunca parar, e acho que o futebol feminino não tem parado. Vamos começar a correr outra vez", completou.
Sobre os jogos com Letónia e Finalândia, Francisco Neto destacou a importância desta janela internacional.
"É uma janela internacional especial, fruto de ser no final da época, e isso acarreta sempre algo diferente a nível de organização. Temos jogadoras que já terminaram campeonatos, outras que estão em fim de campeonato e outras que ainda estão em celebração. Felizmente, conseguimos lidar com isso. Mas, acima de tudo, mantemos a mesma ambição de sempre: queremos conquistar seis pontos, ficar em primeiro do nosso grupo, subir à Liga A e depois esperar pelo play-off para podermos concretizar aquilo que é o nosso grande desejo, que é estar em mais uma fase final do Mundial de 2027 no Brasil", atirou.
