Em comunicado, o organismo deu conta dos ajustes em quatro das oito eliminatórias dos oitavos de final da Liga dos Campeões 1, que deveriam ter sido integralmente disputadas em duas mãos, de 02 a 04 de março e entre 09 e 11 do mesmo mês, mas passaram para os dias 13 e 14 de abril.
Essas eliminatórias distribuem-se por dois estádios de Jeddah, na Arábia Saudita, numa cidade previamente definida pela AFC como sede da final a oito da principal prova asiática de clubes, de 16 a 25 do próximo mês.
Os sauditas do Al Ittihad, treinados pelo português Sérgio Conceição, e os emiradenses do Shabab Al Ahli, do compatriota Paulo Sousa, encaram os emiradenses do Al Wahda e os iranianos do Tractor, enquanto os sauditas do Al Ahli, detentores do troféu, e do Al Hilal encontram os qataris do Al Duhail e do Al Sadd.
Os vencedores juntam-se aos japoneses do Vissel Kobe e do Machida Zelvia, aos malaios do Johor Darul Ta’zim e aos tailandeses do Buriram United, todos qualificados depois de duas mãos na zona este dos ‘oitavos’.
De forma a “acomodar um calendário continental condensado”, a AFC também reduziu a uma mão as eliminatórias dos quartos de final e das meias-finais da Liga dos Campeões 2 e da Challenge League, marcando-as para 19 a 22 de abril, em locais a definir.
Na segunda prova continental, os sauditas do Al Nassr, orientados pelo português Jorge Jesus e com os compatriotas Cristiano Ronaldo e João Félix no plantel, vão defrontar os emiradenses do Al Wasl, de Rui Vitória.
O vencedor encontra os qataris do Al Ahli ou os jordanos do Al Hussein nas meias-finais, cujo programa já inclui um jogo entre os japoneses do Gamba Osaka e os tailandeses do Bangkok United, que superaram a duas mãos nos quartos os tailandeses do Ratchaburi e os singapurenses do Tampines Rovers.
Os Estados Unidos e Israel lançaram em 28 de fevereiro um ataque militar contra o Irão, tendo matado durante a ofensiva Ali Khamenei, líder supremo do país asiático desde 1989 e já substituído pelo seu segundo filho, Mojtaba Khamenei.
O Irão encerrou o estreito de Ormuz e lançou ataques de retaliação contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região, num conflito que causou mais de 1.000 mortos.
Vários campeonatos nacionais de futebol prosseguem quase sem perturbações no Médio Oriente, mas o conflito já motivou adiamentos de jornadas no Bahrain, no Líbano e no Qatar, uma partida remarcada na Arábia Saudita e a suspensão da atividade desportiva no Irão e em Israel.
Os israelitas voltaram hoje a ter jogos pela primeira vez desde o início da operação militar, ao concluírem a 25.ª jornada do segundo escalão sem público nas bancadas dos estádios e sob apertadas regras de segurança.
