Ficaram de fora Le Normand, Pubill (que não se estreou devido a lesão), Asencio e Vivian. Mas, sem dúvida, Cristhian Mosquera chegou à seleção para ficar ou, pelo menos, para lutar por um lugar.
O jogador de Alicante, filho de pais colombianos, que já tinha conquistado o ouro olímpico em Paris-2024, entrou no relvado de La Cerámica ao minuto 83 para substituir Cubarsí.
Como não podia deixar de ser, o central do Arsenal estava radiante após o jogo. “Não estava nada à espera disto. É um privilégio. Muito agradecido a Deus e ao Luis de la Fuente. É um privilégio poder estrear-me pela principal seleção e fazê-lo tão perto de casa ainda mais”.
Mosquera também foi questionado se alguma vez teve dúvidas em escolher a Espanha em vez da Colômbia. "Em cada concentração perguntam-me isso e respondo sempre o mesmo: no fim, estou muito tranquilo e a minha família também. A palavra paciência, de que tanto falo. Esperar pelo meu momento e continuar a trabalhar todos os dias para que se abram portas”.
Mostrou ainda o seu desejo de ir ao Mundial. “Claro que sim. No fim de contas, dedico-me a trabalhar diariamente no meu clube, a tentar dar o meu melhor e estou disponível para estas oportunidades".

