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Assumir responsabilidades. Pouco mais há a acrescentar na antevisão do Colômbia-França, um grande jogo na jornada de amigáveis de março. A tricolor não tem apresentado o seu melhor futebol nos últimos meses. As dúvidas têm recaído, sem surpresa, sobre a figura de James Rodríguez.
O médio ofensivo chegou aos amigáveis sem ritmo nem minutos de competição. A sua quebra foi evidente no jogo frente à Croácia, partida que terminou com um 1-2 surpreendente a favor dos croatas.
Este é o primeiro Colômbia-França em oito anos. O último, disputado em Paris, terminou com um 2-3 favorável aos cafeteros, então orientados por José Néstor Pékerman. Giroud e Lemar marcaram para os franceses. Falcao, Luis Fernando Muriel e Juan Fernando Quintero apontaram os golos da equipa sul-americana.
Ajustar peças
Contra a Croácia, a Colômbia adiantou-se com um golo madrugador de Jhon Arias. No entanto, a tricolor sentiu dificuldades defensivas perante o futebol direto do adversário. Além disso, um erro individual de Camilo Vargas numa saída a um canto acabou por ser decisivo para o desfecho do encontro.
Os erros individuais têm peso no desenrolar de um jogo. As falhas de um guarda-redes valem a dobrar.
Uma série concreta
A França, por seu lado, atravessa uma boa fase: os bleus somam oito jogos sem perder. Têm dominado tanto na qualificação para o Mundial como nos amigáveis.
No último confronto, para não recuar muito, impuseram-se claramente a uma seleção do Brasil que jogou grande parte do encontro com 10 jogadores.
Kylian Mbappé é o futebolista mais perigoso da França. Dembélé, atual Bola de Ouro, Olise, figura do Bayern, Cherki ou Kanté também podem ser armas de risco para Didier Deschamps, que garantiu que irá fazer rotações para este jogo.
