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O treinador francês de 57 anos já havia sinalizado anteriormente a sua intenção de observar o maior número possível de jogadores durante a atual Data FIFA, a última antes de as seleções revelarem as suas listas de convocados para o Mundial-2026.
Na quinta-feira, com o onze principal, os franceses conquistaram uma vitória por 1-2 sobre o Brasil de Carlo Ancelotti, em Foxborough, perto de Boston.
"Agora é o momento de fazer alterações. Quero ver o número máximo de jogadores em campo novamente", disse Deschamps durante a conferência de imprensa.
A bicampeã mundial (1998 e 2018) enfrenta incertezas quanto à disponibilidade do médio Adrien Rabiot, que recupera de uma lesão no joelho e que foi descartado do treino deste sábado, de preparação para o confronto com os colombianos em Landover, Maryland.
O avançado Désiré Doué, no entanto, está melhor após sentir dores nas costas, afirmou o técnico da seleção francesa.
"Dés sentiu dores numa costela. Passou por exames e está a sentir-se melhor hoje. Ele vai participar na sessão (de treino), e verei como ele se sente. Rabiot não vai treinar, por precaução. Sofreu uma pancada no joelho", disse Deschamps.
Uma das principais incertezas dos Bleus é quem ocupará a posição de lateral-esquerdo, onde um pequeno duelo parece estar a desenhar-se entre Theo Hernandez e Lucas Digne.
É possível que Kylian Mbappé, astro do Real Madrid, não jogue no Northwest Stadium, casa do Washington Commanders, que não está entre os estádios selecionados para o Mundial-2026.
Espera-se que o capitão — que marcou o seu 56.º golo pela França contra o Brasil, ficando a apenas um de igualar o recorde de Olivier Giroud — comece no banco de suplentes e talvez entre em campo nos momentos finais da partida, visto que está agora a ganhar minutos, após quase um mês afastado devido a uma entorse no joelho esquerdo.
