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Fábio Silva abordou o momento que atravessa no Borussia Dortmund e a ambição de regressar à seleção nacional, destacando a concorrência em Portugal e o foco no trabalho diário.
“Em Portugal temos muitos bons jogadores com muita qualidade. É difícil para o selecionador decidir quais os jogadores a convocar. Tenho de aceitar isso e fazer as coisas que posso controlar”, começou por referir o avançado português, em declarações à Sky Sports Alemanha
“Tenho ambição e quero estar na seleção nacional, mas o que posso controlar é o meu treino diário aqui, para melhorar e render nos jogos", completou.
A viver uma nova experiência em Dortmund há cerca de seis meses, o avançado faz um balanço positivo da experiência na Bundesliga, apesar de um início condicionado por problemas físicos. “Estou muito feliz neste clube, que confia em mim e me quis cá ter. Sinto-me bem. Acho que estou a fazer um bom trabalho”, sublinhou, admitindo, no entanto, alguma reserva em relação à forma como o rendimento é avaliado no futebol atual: “Hoje o futebol é tudo sobre números, já não tanto para o rendimento ou a forma como se joga. Não gosto muito disso, porque acredito que o futebol é muito mais do que isso.”

Ainda assim, Fábio Silva reconhece que os números ajudam a reforçar o seu impacto quando chamado ao onze. “Nos jogos em que estive no onze inicial tive bons números e as pessoas veem o que posso dar à equipa”, explicou, acrescentando que procura contribuir em todas as fases do jogo: “Tento sempre usar a minha energia, marcar golos, fazer assistências e ajudar os colegas tanto no trabalho ofensivo como defensivo.”
Por fim, o internacional português destacou aquilo que, para si, distingue o Borussia Dortmund de outros clubes por onde passou: o ambiente criado pelos adeptos. “Os adeptos são o clube. Se tirares os adeptos, o clube já não é o mesmo. Quando entras a aquecer e já vês a muralha amarela, toda a gente a cantar... é uma loucura e é incrível.”

