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“A equipa está muito focada na eliminatória com o Pyramids. Sabemos que temos a desvantagem de fazer este jogo em casa, à porta fechada, será o último de um castigo de três jogos, mas estamos concentrados naquilo que podemos controlar”, começou por explicar, em comunicado enviado pela sua assessoria de imprensa.
Pela frente, estará o carrasco da temporada passada na mesma fase da competição que, segundo o treinador português de 49 anos, está mais forte a nível coletivo e individual depois um grande investimento.
“Estamos a estudar bastante bem o adversário para montarmos a estratégia mais adequada para conseguir ultrapassar o atual campeão africano. Também na época passada jogamos com o Pyramids nos quartos de final e fomos eliminados por um golo, pela equipa que se sagrou campeã africana. Esta época o Pyramids está mais forte coletivamente e individualmente. Investiram muito dinheiro, têm jogadores muito acima da média”, analisou.
Relativamente ao campeonato marroquino, o FAR Rabat ocupa a quarta posição, com apenas 12 jogos disputados, ao contrário de outros adversários.
“No campeonato marroquino estamos no segundo lugar, na tabela dos pontos perdidos. Como há equipas que, como nós, fizeram 12 jogos e outras equipas que já fizeram 14 ou 15 jogos, esta é única forma de olharmos para a classificação. O campeonato é muito difícil porque temos apenas 12 jogos efetuados em oito meses, isto não é normal, há paragens constantes. É um campeonato muito equilibrado, é uma maratona, temos obtido bons resultados, mas estamos a falhar muitos golos. Ainda não perdemos o que é positivo", vincou.
O encontro entre FAR Rabat e Pyramids, referente à primeira mão dos quartos de final da Liga dos Campeões africana está agendado para a próxima sexta-feira, pelas 22:00 (hora de Lisboa).
