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Os adeptos de futebol e apostadores estão a ultimar as suas previsões para o Mundial-2026. Pode escolher entre mais de 200 mercados em cada jogo.
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Neste artigo, destacamos o Grupo G. O grupo conta com quatro equipas, todas com grandes ambições de terminar nos dois primeiros lugares e garantir presença nas rondas a eliminar. Será que a Bélgica vai cumprir as expectativas e terminar na liderança? Talvez espere que o Egito surpreenda e termine no topo. Irão e Nova Zelândia conseguirão somar pontos nas suas três partidas?
Frank Monkhouse, especialista em apostas do Mundial-2026 do Flashscore, investiga.
Grupo G em resumo
Bélgica é a favorita pré-competição para vencer o Grupo G.
Os traders de apostas de futebol apontam o Egito como o principal adversário.
A competição arranca a 15 de junho no Lumen Field, em Seattle.
Segundo as odds, a Nova Zelândia deverá terminar no fundo da tabela.
Bélgica e Egito têm as maiores probabilidades de vencer o Grupo G.
Vencedor do grupo e qualificação
Nesta parte da minha análise aprofundada ao Grupo G do Mundial, mostro-lhe que nações deverão seguir para a próxima ronda e que equipas deverão ter mais dificuldades.
Vencedor - A Bélgica terminou no topo da qualificação europeia do Mundial - Grupo J. Cinco vitórias e três empates garantiram-lhe dois pontos de vantagem sobre o rival mais próximo, o País de Gales.

2.º classificado - Se o Grupo G do Mundial seguir as odds, o Egito terminará em segundo lugar, qualificando-se com alguma margem. Mas será que podem lutar pelo primeiro lugar?
Surpresa - Poucos adeptos de futebol acreditam que o Irão consiga os pontos necessários para chegar aos 16 avos de final. Os traders preveem que terminem em terceiro, o que parece uma previsão justa.
Outsider - Orgulhosa por ter garantido presença no Mundial-2026, a Nova Zelândia deverá sentir grandes dificuldades num Grupo G competitivo. Devem terminar na quarta posição.
Experiência, um plantel talentoso e uma excelente equipa técnica distinguem a Bélgica das restantes equipas do Grupo G. As casas de apostas esperam que os belgas cheguem aos quartos de final ou mais longe, mas vão querer entrar a ganhar.
Análise equipa a equipa
Os traders de apostas já se pronunciaram, colocando a Bélgica como favorita a vencer o grupo e a Nova Zelândia como a mais provável a terminar em último. Eis porquê.
Bélgica
A Bélgica de Rudi Garcia mantém-se no top-10 da FIFA, estando atualmente em nono lugar após vários anos como número um. Invicta na qualificação, a Bélgica procura uma forte campanha no Grupo G para apagar a desilusão da eliminação precoce no Catar-2022, onde as tensões fora de campo ofuscaram o futebol.
Garcia justificou a sua convocatória mantendo o núcleo que esteve em destaque na qualificação, premiando também jogadores em boa forma nos clubes. Youri Tielemans foi confirmado como capitão, com nomes experientes como Thibaut Courtois, Kevin De Bruyne, Romelu Lukaku e Axel Witsel a continuarem a ser a espinha dorsal da equipa.
O onze provável da Bélgica conta com Courtois na baliza, Castagne e De Cuyper como laterais, e uma dupla central composta por De Winter e Debast, caso este recupere a tempo. No meio-campo, Onana e Tielemans dão equilíbrio atrás de De Bruyne, enquanto Doku e Trossard deverão alinhar nas alas.
A maior dúvida está no ataque. A condição física de Lukaku e a falta de minutos no Nápoles levantam questões, com Charles De Ketelaere a surgir como alternativa para o centro do ataque. O avançado do Lille, Fernández-Pardo, uma das novidades da convocatória, pode também dar profundidade a partir do banco.
Uma das maiores surpresas da convocatória foi a ausência de Loïs Openda após uma época difícil no clube, enquanto Romeo Lavia, Malick Fofana e Wout Faes também ficaram de fora.
Pode apostar na vitória da Bélgica no Grupo G do Mundial a 1.36 na Betano, e espera-se que marquem o ritmo do grupo com uma vitória na 1.ª jornada frente ao Egito.
Pontos fortes e fracos:
A Bélgica tem uma abundância de opções ofensivas.
Um meio-campo forte e enérgico permite-lhes impor o ritmo.
A Bélgica conta com experiência vital em grandes competições.
O equilíbrio tático permite-lhes passar rapidamente da defesa ao ataque.
A defesa tem dificuldades perante adversários rápidos e diretos.
A condição física de Lukaku continua a ser uma preocupação à entrada do torneio.
Egito
O Egito chega ao Mundial-2026 no 29.º lugar do ranking FIFA, embora os Faraós tenham já ocupado o 9.º posto em 2010. A equipa de Hossam Hassan dominou a qualificação, terminando no topo do Grupo A com oito vitórias e dois empates, sofrendo apenas dois golos.
O selecionador egípcio também renovou a equipa, chamando três estreantes: Mostafa Ziko, Aqtaya Abdallah e Hamza Abdelkarim, um dos maiores talentos do futebol egípcio, atualmente a evoluir nos sub-19 do Barcelona. Uma ausência notada é a do avançado Mostafa Mohamed, cuja exclusão surpreendeu.
Como sempre, Mohamed Salah é o principal destaque e maior arma ofensiva do Egito. No entanto, os Faraós são muito mais do que uma equipa de um só homem, com Hassan a construir um coletivo disciplinado e defensivamente organizado, capaz de causar estragos no contra-ataque.
Pode apostar na vitória do Egito no Grupo G a 3.70 na Betano, e podem surgir como outsiders perigosos, capazes de desafiar a Bélgica pelo topo se começarem o torneio em força.
Pontos fortes e fracos:
Com Mohamed Salah, o Egito tem um dos avançados mais respeitados do futebol.
O Egito é organizado e forte defensivamente.
O estilo de contra-ataque torna-os perigosos frente a adversários mais fortes.
O plantel tem experiência valiosa em jogos de alta pressão.
Pode argumentar-se que o Egito depende demasiado de Salah para os golos.
Irão
O Irão tem alguma hipótese de vencer o Mundial deste verão? Segundo os especialistas, incluindo os traders de apostas e a FIFA, não. Estão no 21.º lugar do ranking mundial.
Na qualificação asiática do Mundial, o Irão venceu sete jogos, empatou dois e perdeu apenas um. Marcou 19 golos e sofreu 8, terminando na liderança, logo à frente do Uzbequistão.
O Irão garantiu mais uma presença no Mundial, mas nunca passou da fase de grupos. Conseguirão mudar isso em junho? É possível, mas não apostaria que terminem acima de dois nomes fortes como Bélgica e Egito.
Poucas seleções chegam ao Mundial rodeadas de tanta incerteza fora do relvado como o Irão. Complicações logísticas afetaram parte da preparação, obrigando a federação a ajustar planos de viagem e treinos nas semanas finais antes do torneio.
Apesar disso, o registo recente do Irão continua impressionante. A qualificação foi assegurada com relativa facilidade, prolongando uma sequência que fez da Team Melli uma das seleções mais fiáveis da Ásia. Chegar ao Mundial já não é exceção para esta geração; é a expectativa.
O plantel, no entanto, sofreu dois golpes importantes antes do torneio. A ausência de Sardar Azmoun retira uma das figuras mais reconhecidas do futebol iraniano, enquanto a lesão de Ali Gholizadeh priva a equipa de criatividade e imprevisibilidade nas alas. Assim, grande parte da responsabilidade ofensiva recai agora sobre Mehdi Taremi.
Outro fator a acompanhar é a condição física. Vários jogadores do campeonato local chegam após uma interrupção do calendário, deixando a equipa técnica com o desafio de garantir que o grupo atinge o ritmo competitivo no momento certo.
O Irão construiu a sua reputação na estrutura, disciplina e organização coletiva, mais do que em estrelas individuais. Essas qualidades ajudaram-nos a liderar o grupo de qualificaão e serão novamente os seus maiores trunfos na tentativa de alcançar algo inédito: sobreviver à fase de grupos de um Mundial.
Pontos fortes e fracos:
A principal força do Irão é a organização e disciplina defensiva.
Muitos dos seus melhores golos resultam de contra-ataques bem trabalhados.
O Irão é forte e físico nas bolas paradas, incluindo cantos.
Têm experiência, participando no seu sétimo Mundial.
O Irão não tem um jogador criativo capaz de mudar o rumo dos jogos.
Nova Zelândia
A Nova Zelândia completa o Grupo G como clara outsider, com muitos a preverem dificuldades frente a adversários mais fortes. No 85.º lugar do ranking mundial, a equipa de Darren Bazeley participa apenas no seu terceiro Mundial e o primeiro desde 2010, com Chris Wood a carregar novamente as esperanças do país.
Muita coisa mudou no futebol neozelandês na última década. O plantel já não é composto por amadores, com todos os jogadores a competir em ligas profissionais na Austrália e Europa. O crescimento de clubes como Wellington Phoenix e Auckland FC também ajudou a elevar o nível da seleção, apesar de ainda existir uma diferença significativa para a elite mundial.
Bazeley apresentou uma convocatória previsível de 26 jogadores, sem grandes surpresas, apostando no núcleo que garantiu a qualificação. Desde que asseguraram a presença no Mundial, os All Whites têm sentido dificuldades em amigáveis frente a seleções mais fortes, embora tenham impressionado com vitórias sobre a Costa do Marfim e um 4-1 frente ao Chile este ano.
A Nova Zelândia continua a ser uma equipa difícil de ultrapassar graças à sua organização e capacidade física, enquanto o avançado do Nottingham Forest, Chris Wood, é claramente a estrela. O experiente avançado é o melhor marcador e o mais internacional de sempre do país, e os All Whites vão depender muito da sua presença no ataque para tentar surpreender.
Pode apostar na Nova Zelândia a 12.50 na Betano para vencer o Grupo G, embora a maioria dos adeptos já considere um ponto no torneio um sucesso.
Pontos fortes e fracos:
A disciplina e estrutura defensiva são os maiores trunfos da Nova Zelândia.
Os All Whites são físicos e perigosos nas bolas paradas.
A união e ética de trabalho da equipa continuam a ser centrais na sua identidade.
O estilo de contra-ataque pode causar problemas aos adversários em transição.
A Nova Zelândia continua a carecer de profundidade e criatividade em comparação com seleções mais fortes.
Jogadores-chave a seguir
As casas de apostas oferecem uma vasta lista de mercados. Pode apostar numa equipa para vencer ou num jogador para se destacar. As apostas em desempenhos individuais são sempre populares nos Mundiais, especialmente nos primeiros jogos.
Eis os mercados mais utilizados.
Vencedor da Bota de Ouro.
Melhores marcadores das equipas.
Mais assistências.
Jogador do torneio.
Jogador jovem do torneio.
Confira estes quatro nomes que podem fazer a diferença no Grupo G.
Nico Raskin: Não é o nome mais famoso do plantel, mas Raskin é certamente um dos mais importantes. O dinamo do meio-campo é tão forte a defender como a atacar. Sabe desarmar, marcar, assistir e ajudar a Bélgica a ferir adversários no contra-ataque. Espera-se um grande verão do jogador que atua no Glasgow Rangers.

Mo Salah: Um nome e jogador bem conhecido dos adeptos da Premier League e de todos os que amam futebol. O goleador liderará o ataque do Egito, usando a sua experiência e qualidade para marcar os golos necessários para levar a equipa às rondas a eliminar. Salah será uma escolha popular nas apostas para a Bota de Ouro do Mundial e no mercado de primeiro marcador em cada jogo do grupo.

Mehdi Taremi: O avançado-chave do Irão é fiável no ataque, e a sua experiência faz com que deva ser titular em todos os jogos de junho. As oportunidades serão escassas, mas Taremi sabe aproveitá-las. O seu posicionamento e capacidade de finalização valeram-lhe sucesso em grandes clubes como o FC Porto, Inter de Milão e Olympiakos. Deverá figurar em várias apostas de primeiro marcador este verão.

Chris Wood: Outro nome bem conhecido dos adeptos ingleses. Wood é o capitão e melhor marcador da Nova Zelândia. Aos 34 anos, deverá disputar o seu último Mundial, o que aumenta a pressão para deixar marca. Wood já marcou por clubes como Nottingham Forest, Newcastle United, Burnley, Leeds United e Leicester City em Inglaterra.

Dinâmicas do grupo
Pode fazer toda a pesquisa necessária para apostar de forma informada no Grupo G do Mundial, mas nada valerá se não respeitar as dinâmicas do grupo.
Há muito mais a considerar do que apenas os melhores jogadores e rankings mundiais. Deve ter em conta o clima, viagens, calendário, lesões, árbitros e estádios. Quanto mais pesquisa, mais hipóteses de ganhar.
O Grupo G do Mundial abre com Bélgica vs Egito em Seattle. Espero que o vencedor desse jogo acabe por liderar o grupo. Curiosamente, estas equipas já se defrontaram quatro vezes, com o Egito a somar três vitórias, incluindo um 2-1 em 2022. Um triunfo dos Faraós colocá-los-ia numa posição privilegiada.
O Egito defronta a Nova Zelândia na 2.ª jornada, e uma vitória convincente aumentaria as hipóteses de jogar as rondas a eliminar. O segundo jogo da competição será uma excelente oportunidade para Mo Salah e companhia marcarem alguns golos, ganharem confiança e somarem três pontos importantes.
Todos os olhos estarão na 3.ª jornada, quando o Egito defrontar o Irão em Seattle, enquanto a Bélgica enfrenta a Nova Zelândia em Vancouver. Estou confiante de que o Grupo G será decidido no último dia, proporcionando grande espetáculo.
Prognósticos para o Grupo G
Depois de analisar as equipas e estatísticas para os leitores do Flashscore, apresento agora as minhas previsões para o vencedor do Grupo G do Mundial.
Egito para vencer o Grupo G a 3.70 na Betano
Sei que a Bélgica é a favorita nas apostas pré-competição, mas considero que o Egito tem grande valor. Se os Faraós começarem bem, ampliando a vantagem frente a frente sobre a Bélgica com uma vitória na 1.ª jornada, podem construir a partir daí.
É claro que estamos a assumir algum risco, mas pelo seu investimento, está a apostar numa equipa forte com um dos melhores avançados do mundo. Aposte em Mo Salah e nos seus companheiros.
Odds Vencedor do Grupo G
Nova Zelândia a 12.50 na Betano
Odds cortesia da Betano. Odds corretas à data da publicação e sujeitas a alterações.
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