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Jogo contra a Eslováquia: "A Eslováquia é uma equipa em crescimento, que tende a levar os jogos muito para o duelo. Estamos preparadas para isso. Acho que as coisas vão correr muito bem para nós, porque somos a equipa favorita. Contra a Finlândia correu bem e vamos tentar levar essa energia para o jogo de amanhã."
Importância do jogo: "Temos um objetivo que já partilhámos com todos: queremos estar no Mundial e queremos terminar este estágio com seis pontos. É muito possível. Elevámos os padrões e as coisas estão a correr no caminho que pretendemos."
Jogadora mais internacional de sempre: "É um orgulho enorme. Partilho esse número com a Ana Borges, que é uma jogadora de grande renome no futebol feminino. Se jogar e atingir essa marca fico muito contente, mas para mim é muito mais importante as vitórias da equipa e marcar presença no Mundial."
Adversário: "A verdade é que todos os jogos internacionais são muito difíceis e com um grau de exigência elevado. A Finlândia e a Eslováquia são equipas muito diferentes. Achamos que a Eslováquia pode fechar mais as linhas e levar o jogo para um plano mais físico, e vamos ter de estar no nosso melhor nível."
Não sofrer é objetivo? "Sem dúvida. Estamos mais perto de ganhar se não sofrermos golos e tenho a certeza de que vamos fazer um bom trabalho na frente. O grande golo da Lúcia desbloqueia o jogo e quero também destacar o golo da Santiago, que resulta de um trabalho que fazemos muito nos treinos. É bonito para nós ver isso traduzido em jogo, ainda por cima com uma jogadora a marcar pela primeira vez pela seleção."
Ilações do jogo contra a Finlândia: "Temos de continuar a criar as oportunidades que temos conseguido até agora e ser mais assertivas. O mais difícil é criar essas oportunidades e, se estamos a consegui-lo, isso é muito importante para nós. Não queremos levar o jogo para os últimos minutos, porque ninguém aguenta, mas ficámos muito contentes por vencer. A vitória caiu para o nosso lado e acho que foi justa."
Apelo aos adeptos: "Somos melhores com o estádio cheio. Tenho a certeza de que os portugueses nos vão apoiar e, obviamente, vamos querer dar uma vitória a todos eles."
Estreias? "Isso cabe ao selecionador escolher o onze. A nós compete-nos treinar ao máximo. Todas temos algo a acrescentar à equipa. As mais novas têm-se adaptado muito bem e é interessante ver a forma como interagem connosco e a bagagem que já trazem."
