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As dúvidas mantiveram-se até ao último momento e, na verdade, a viagem foi adiada de quinta para sexta-feira devido ao tenso contexto geopolítico. Ainda assim, salvo alguma situação extraordinária, o jogo vai realizar-se normalmente... se é que se pode chamar normalidade, já que as anfitriãs teóricas estão a milhares de quilómetros do seu país.
As ucranianas foram derrotadas de forma expressiva pela Inglaterra no último confronto, um 1-6 que surpreende em parte porque ao intervalo ainda persistia o equilíbrio. Este resultado coloca as britânicas no topo do grupo, pelo que a diferença de golos geral começa a ganhar grande importância.
A Roja, por sua vez, dominou sem oposição diante da Islândia, vencendo por 3-0 graças ao bis de Claudia Pina e ao golo de Edna Imade, proporcionando alegria aos adeptos que se reuniram em Castalia na terça-feira. Assim, o objetivo agora passa por repetir essa exibição convincente para chegar aos seis pontos na classificação e, quem sabe, ultrapassar as atuais campeãs da Europa.

Declarações de Sonia e Olga
"O nosso presidente liderou a comitiva e fomos recebidos pela embaixadora com várias medidas de segurança. Sentimos isso e foi o que nos transmitiram", explicou a madrilena sobre a viagem. "É muito importante, precisamos de somar mais três pontos e temos o objetivo dos golos", destacou relativamente ao próprio jogo.
"Todas as seleções podem colocar-te em dificuldades se não estiveres ao nível. Preparámos o jogo e vamos entrar a 100% para conquistar os três pontos, que é o que queremos alcançar", afirmou Olga Carmona sobre o duelo relativo à 2.ª jornada da fase de qualificação para o Mundial-2027.
