A Amnistia Internacional divulgou na segunda-feira um relatório em que a organização de direitos humanos alertou que “restrições severas à liberdade de expressão e ao protesto pacífico ameaçam o torneio seguro, acolhedor e inclusivo prometido pela FIFA".
Questionado sobre as preocupações com a segurança nos Estados Unidos, México e Canadá, o selecionador dos Países Baixos, Ronald Koeman, manifestou a sua apreensão na conferência de imprensa de segunda-feira, antes do particular frente ao Equador, agendado para terça-feira.
“Ninguém quer isto. O desporto deve ser algo prazeroso e as pessoas devem poder deslocar-se em segurança. Também enquanto adepto, deve ser possível apoiar o seu país em segurança. É preciso haver clareza sobre este tema e tudo tem de estar devidamente organizado", afirmou Koeman.
“Mas isso cabe a todas as federações. É responsabilidade de toda a organização, incluindo a FIFA. Acredito que tudo será devidamente organizado. Contamos com isso. Acho legítimo que as pessoas exijam que jogadores e adeptos estejam em segurança durante o Mundial".
Os Países Baixos ficaram inseridos no Grupo F, juntamente com o Japão, a Tunísia e a Suécia/Polónia, adversários que vão defrontar nas cidades norte-americanas de Dallas, Houston e Kansas City.
