Mundial-2026: Adjunto de França anuncia ausências de Saliba e Thuram na véspera do jogo com Noruega

Guy Stéphan vai render Deschamps
Guy Stéphan vai render DeschampsFRANCK FIFE / AFP

Na ausência de Didier Deschamps, de luto e regressado a França, foi o seu adjunto Guy Stéphan quem falou na conferência de imprensa de antevisão do jogo.

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Sobre o luto de Didier Deschamps: "Temos um pensamento muito forte para o Didier, está muito abalado. Temos falado bastante. Assim continuará até ao jogo. O funeral realiza-se amanhã. Vamos tentar tornar esta situação difícil o mais normal possível. O Didier ligou-me cedo de manhã. Fui vê-lo ao quarto, foi aí que me deu a má notícia. Muito rapidamente, pediu-me para liderar o grupo até ao seu regresso, sábado ou na madrugada de sexta para sábado. Vou esforçar-me por estar à altura da confiança dele".

Mudanças frente à Noruega?: "A primeira coisa é que já estamos qualificados após dois jogos. Teríamos assinado por isso há dois meses. O Didier quer terminar em primeiro, tal como todo o grupo. Se terminarmos em segundo, a logística é totalmente diferente. É também uma questão de horários, de temperatura... É sobretudo a logística que mudaria, o primeiro lugar é o melhor".

Dois ausentes no treino: "Dois jogadores não vão participar no treino. William Saliba, que vai ser poupado, e Marcus Thuram, que tem uma pequena dor na barriga da perna".

Maxence Lacroix: "O William não estará amanhã. É preciso olhar para quem o substituiu nos últimos jogos..."

Papel interino forçado: "Sinto que não estou no meu lugar aqui à vossa frente. O meu lugar é no relvado de treino, mas estamos numa situação cruel para o Didier e para a sua família. Por isso, é preciso garantir tudo. Estamos a tentar colocar em campo a melhor equipa possível amanhã, tendo em conta os tempos de jogo. (...) Temos uma equipa técnica reduzida, mas que trabalha junta há 14 anos. Não tem corrido nada mal".

Kylian Mbappé: "O Kylian marca, nunca deixou de marcar na sua carreira. Podem existir críticas, nem sempre justificadas. É um líder, um jogador fora do comum, com qualidades de velocidade extraordinárias. Bate recordes. Tem 27 anos, os seus números são excecionais. Tem essa vontade, esse desejo de ir muito longe na competição".

Noruega: "Têm individualidades muito fortes, Haaland, Sorloth, Odegaard, um modelo de jogo bem definido com e sem bola. Conseguem pressionar o adversário. Têm combinações em bolas paradas que fazem lembrar o que se vê no Arsenal. Têm uma grande união, é uma equipa forte".

Favoritos: "Vejo muitos jogos e adversários de qualidade. Algumas equipas têm tantas qualidades como nós, ou até mais. É normal. (...) Penso que o grupo de 2018 tinha as suas forças. Em 2022, também havia muita qualidade. O grupo é mais jovem agora. São jogadores que querem mesmo evoluir. Têm mais do que nível".