Acompanhe o Panamá no Flashscore
"Tenho fé (...) que este será um Mundial melhor do que o da Rússia (três derrotas na primeira participação em 2018) e atrevo-me a dizer que vamos passar pela primeira vez a fase de grupos", avança o antigo jogador, de 59 anos.
"O grupo é extremamente difícil, mas no Mundial no Brasil (em 2014), foi isso que aconteceu à Costa Rica. Ninguém acreditava que pudesse fazer o Mundial que fez e tenho a sensação de que o Panamá pode repetir esse feito", afirma.
A Costa Rica de Keylor Navas surpreendeu ao terminar em primeiro lugar do seu grupo, à frente do Uruguai, da Itália e da Inglaterra, antes de ser eliminada nos quartos de final pelos Países Baixos.
O Panamá não vai "necessariamente terminar em primeiro, mas pelo menos vai qualificar-se", espera, sublinhando que o pequeno país da América Central, com 4,5 milhões de habitantes, vai "encarar estas três grandes nações olhos nos olhos".
Internacional com 22 golos em 44 jogos entre 1990 e 2005, mas que nunca teve a oportunidade de disputar um Mundial, Dely Valdés considera que o Panamá tem vindo a crescer nos últimos anos: "na zona Concacaf, é a seleção que mais evoluiu", graças sobretudo a mais recursos ao serviço da federação, defende.
Quanto ao título, o antigo jogador do PSG espera ver "uma seleção que nunca o conquistou" e aposta no Portugal. Sem surpresa, aponta também a Espanha e a França como favoritas.
